Regards/Olhares!

Dimanche 29 janvier 2012 7 29 /01 /Jan /2012 10:03

Entardecer no Cabedelo

Auteur des Photos sur cette page: "olhares.com"

Ribeira-Porto entre pontes

 

à penser à tous les étés !

 

il y a des songes

des vérités et des mensonges.

 

le ciel parfois bleu,

                   d’autres violette.

et l’arc en ciel qui se dessine,

aux crayons de toutes les couleurs.

 

il y a des dits et des non-dits,

allumés dans le feu et les cendres.

il y a une rumeur traîne dans l’air

et, notre vie n’est jamais

                            circulaire.

 

la lumière tombe à pic sur nous,

s’enlisant dans les noirs rencontrés…

je prends un rayon et me brûle,

à penser à tous les étés !

Rosario Duarte da Costa

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28/01/2012

Boi Barrosão - Gerês

 

Anfiteatro pôr-do-sol

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Regards/Olhares! - Communauté : Expatrie(e)s
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Mercredi 25 janvier 2012 3 25 /01 /Jan /2012 10:09

 

Thinking green

Auteur des photos sur cette page: Alexander Kharlamov"olhares.com"

Catarina

 

nos corps s’animent

 

nos corps s’animent

comme de marionnettes...

 

les corps se dédoublent

entre ombres et lumières.

 

nos bras ils s’étirent,

parfois se replient

comme des éventails.

 

nos mains elles se posent

là, où elles osent

effectuer des gestes.

 

entre angles, triangles,

elles engendrent les contours

de toutes surfaces.

 

mais nos ongles rayent,

les tissus de la vie

dans tous les chemins.

 

et, par toutes saisons !

Rosario Duarte da Costa

Copyright

23/01/2012

 

Tension II

 

I see you

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Regards/Olhares! - Communauté : Caligrafias Poéticas!
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Jeudi 22 décembre 2011 4 22 /12 /Déc /2011 10:09

Photo : Base nautique, Réf : 588

www.lyon-photos.com

Photo : Le pont de l'ile barbe, Réf : 583

 

Photo : L'abbaye, Réf : 586

Crónica de Natal!

 

Em si, a capital do Ródano é uma autêntica sinfonia...

Agora, Lyon está frio e húmido. É preciso dizer que não vivêmos

muito longe dos Alpes. E, contràriamente ao Porto ou a Lisboa,

espera-se sempre as nevadas, sobretudo nas vésperas natalícias!

 

Despidas as árvores, aconchegam-se umas às outras tagarelando

baixinho. Só os pinheiros ficam de pé, mostrando que são eles

os reis do Natal.

 

Na cidade as pessoas passam encapuçadas, sem notarem os sons

que saiem das bocas das árvores chuchotando entre elas, o que

vêem e sentem.

 

Há luzes distribuídas nas ruas. Algumas delas fazem gemer os

olhos do arvoredo. E, o vento cai não sabemos donde, no seu

murmúrio lento ou grave.

Agora, as montras já não são como no meu tempo. À noite estão

escondidas por detrás dos rideaux de ferro e, as criançinhas não

podem sonhar diante das luzes com os ursinhos brincando, os

macacos saltitando. É pena!

 

Neste período de festa e de magia, tudo se transforma. Até os

brinquedos que as criançinhas recebem pelo Natal. Quando

eu era pequenita, qualquer coisa me agradava, embora umas

coisas mais do que as outras.

Agora, tudo mudou. Estamos na era da informática, da

eléctronica e, cada criança (rica ou pobre) tem anseios que eu

e os da minha geração não conhecêmos.

Se, para uns as famílias poderão realizar-lhes os sonhos, para

outros, isso não será possível...

 

Então, como na Pirâmide de Maslow, a satisfação das suas necessidades, não será igual para todos.

 

E, como a crise chegou aos nossos Países Europeus e, produziu

pobreza e miséria, as famílias irão encontrar-se com muita

dificuldade para fazerem sorrir as criançinhas.

 

No entanto creio, porque sou humana e, ainda creio no “homem”,

que daqui para a frente se deverá mudar de comportamento e,

preparar a criançada para desejos mais internos e profundos.

Senão amanhã, as nossas sociedades viverão, num mundo de

total agonia!

 

  Rosario Duarte da costa

Copyright

21/12/2011

Photo : Péniche vers le pont Masaryk, Réf : 637

Photo : Le pont de l'ile barbe, Réf : 584

Photo : Canards, Réf : 1845

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Regards/Olhares! - Communauté : Caligrafias Poéticas!
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Mercredi 7 décembre 2011 3 07 /12 /Déc /2011 10:48

Image illustrative de l'article La Joconde

Leonardo de Vinci

 

à l’heure où tout le monde se prône docteur,

il y a des autodidactes savants. Comme celui qui

- aimant la vie et les nourritures terrestres ou célestes-

a fait du sfumato, des portraits et, nous a fourni la Joconde

(l’original de la copie, que maman avait à l’entrée de sa maison)

et qui me regardait sous tous les angles, chaque fois

que je passais.

 

aujourd’hui,

il y a des milliers de regards posés sur son œuvre,

tandis que Leonard de Vinci…repose dans un sommeil,

à faire des clins d’œil à l’éternité !

Rosario Duarte da Costa

 Copyright

06/12/2011

 

Fichier:Mona Lisa detail face.jpg

www.wikipedia.org

Artiste Léonard de Vinci
Année Entre 1503 et 1506
Type Huile sur panneau de bois de peuplier
 
Dimensions (H × L) 77 cm × 53 cm
Localisation Musée du Louvre, Paris

 

Fichier:Mona Lisa detail mouth.jpg

 

Fichier:Mona Lisa detail eyes.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Regards/Olhares! - Communauté : Caligrafias Poéticas!
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Lundi 5 décembre 2011 1 05 /12 /Déc /2011 10:10

nada a fazer. nada a dizer. nada a viver.

www.auteur des Photos sur cette Page: Nika "olhares.com"

Gato que brincas...

Notas largadas na Web

 

• A noite tarda a parir a manhã. Há uma humidade sem remos,

    navegando no ar...

    Quando a luz se sentar, veremos todas as nódoas da vida:

     despojos, feridas ou dôres!

 

•Escrevo-te no papel azul que é como o céu. Com a tinta branca,

   para que busquemos novas auroras.

  Se encontrares alguma mancha, é a minha parte ardente que me

  queima.

  Gosto de juntar as palavras, para te oferecer um colar da minha

  intuição...

  Que o mar se levante, para que eu o veja e escute, eternamente!

 

• Antigamente, havia a nau, da qual Camões tanto gostava. Agora,

    existe a NAO (novo acordo ortográfico), que tanto me irrita!

 

• Gerir um deficiente dependendo integralmente dos outros, é

    usante, dispendioso em energia física e, moral...

    Portanto, é reconfortante, Amar e ser Amado!

    A todas as mães, Carícia!

 

• Este caso comunicante Europeu, resume-se em apenas dois vasos.

   O que quer dizer, que são os vasos de ferro, contra os outros em

   terra!

 

• As épocas mudaram. Houvéram aquelas do tiro ao arco. Mais

   tarde as das espingardas. Agora por todo o lado só utilizam     

   Kalashnikov. É o preço de um homem!

 

• E, continúa a choradeira celeste. Nem baldes tenho, para lhe

   recolher as lágrimas.

   O coração da França bate, ao pensar numas décadas já velhas. É!

 

• Comment donner un sens à as vie et, ne pas s’ennuyer de la vie?!

 

• O céu chora sobre os meus ombros e, fico a chorar com ele.

   Todas as aves de Deus devem estar escondidas no seu Templo.

   Terra, que perdês-te os pés, hei-de dar-te umas muletas!

Rosario Duarte da Costa

Copyright

04/12/2011

 

das (tantas) páginas.

 

 

no mesmo barco.

 

 

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Regards/Olhares! - Communauté : Revue poésie et nouvelles
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Mercredi 16 novembre 2011 3 16 /11 /Nov /2011 10:44

O mais fotografado

Auteur: Miguel Afonso "olhares.com"

Farol

 

Essa força que tu trazes!

 

Essa força que tu trazes

 foi o mar que te a deu...

quando as águas se levantaram

e as vagas se agigantaram

por baixo das nuvens do céu.

 

Essa força que tu trazes

foi o vento que te ofereçeu,

num dia de tempestade.

onde o mar te berçou

e a onda te levou...

 

Essa força que tu trazes

foi a onda de amor que te chegou,

no grande mar em tempestade

-entre o norte e o sul-

onde sonhavas com águas.

e os sonhos te chegaram

logo a ti se amarraram.

 

Essa força que tu trazes

são vozes, gritos e cores.

no meio de trevas e amores

e por vezes, de desamores.

 

Essa força que tu trazes

é uma silhoueta da vida.

um esquisso de aventura

que se inscreve na ternura,

no promontório da esperança

onde a nossa vida avança!

Rosario Duarte da Costa

Copyright

15/11/2011

Ardente

 

Cruzamentos

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Regards/Olhares! - Communauté : Caligrafias Poéticas!
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Lundi 14 novembre 2011 1 14 /11 /Nov /2011 10:03

                  Photos extraites de www.pilkinton.com

 

Le Temps des Usines

 

Dans mes vieux papiers, j’ai trouvé un livret daté de 1961, avec des

chansons Françaises. 

Il y a déjà longtemps, j’avais écrit un article dans ce Blog, évoquant

les usines quasiment disparues de nos jours, tout au moins, avec

l’esprit d’il y a quarante ans !

 

Alors, ce Chant de l’Usine (Paroles et musique de William Lemi),

m’a fait penser à la philosophe Simone Veil, qui avait décidé

d’elle-même d’aller travailler au sein de l’usine, pour pouvoir dire

à l’extérieur, la souffrance des travailleurs d’alors !

C’est pourquoi, aujourd’hui, en honneur de tous ceux qui ont tant

travaillé pour la France, j’écris les paroles du :

 

Chant de l’Usine !

 

Au bruit des marteaux, des machines,

Il faut mêler nos chants.

Que tremblent les murs de l’usine

Aux sons d’un chœur vibrant.

Qu’éclate partout à la ronde

Un hymne nouveau

Nous voulons faire de ce monde,

Un monde plus beau.(bis)

 

Pour vaincre partout la misère

La honte et la douleur,

Pour que vienne enfin sur la terre

Le règne du bonheur,

Allons, camarade, à la tâche,

Et tout en chantant,

Peinons sans trêve et sans relâche

D’un cœur plein d’élan.(bis)

 

Fini le sinistre esclavage

D’un trop injuste sort

Offrant pour payer notre ouvrage

La faim, le froid, la mort.

Il faut partager en justice

La peine et la pain,

Que chaque jour tout homme puisse

Manger à sa faim. .(bis)

 

Brisons les barreaux et les chaînes

Que l’on nous fit porter.

Chassons la violence et la haine,

Salut, ô LIBERTÉ.

Par notre amitié fraternelle

Bientôt nous vaincrons

Chantons la paix universelle

Que nous bâtirons. .(bis)

Rosario Duarte da Costa

Copyright

13/11/2011

 

 

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Regards/Olhares! - Communauté : Expatrie(e)s
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Mardi 18 octobre 2011 2 18 /10 /Oct /2011 10:13

Je tiens à remercier un de mes amis, qui m'a adressé ce contenu!

En cette époque de crise, je vous offre ce regard du passé, avec un

espoir vers le futur!

Bonne journée o tous/es.

Rosario Duarte da Costa

Copyright

18/10/2011

 

 

SECRETOS BIEN GUARDADOS...
¿sabes dónde están estos "rincones"...? 
 
   
  
¿Moscú?


¿Moscú?


No, Madrid. Hace poco más de cien años, entre 1902 y 1910, el arquitecto Fernando Arbós levantó en la calle de Alcalá la iglesia de San Manuel y San Benito. Es el mejor ejemplo de aquitectura neobizantina de la capital. Tiene planta de cruz griega y una cúpula en cuyas pechinas se representan los cuatro evangelistas. Durante la Guerra Civil se salvó de las llamas, pero sólo porque el Gobierno del Frente Popular decidió utilizarlo como almacén.


¿Nueva York?




¿Nueva York?

No, Madrid. La fachada del Banco de España es uno de los edificios más conocidos de Madrid, no así su interior, que no desmerece en nada la magnificencia que se ve desde fuera. Aunque el Banco de España fue fundado en 1856 no ocupó la actual sede hasta finales de siglo, cuando se levantó este edificio en el mismo corazón de la ciudad. Por fuera es de estilo neoclásico con toques venecianos, por dentro se asemeja a estaciones de tren como la neoyorquina de Grand Central Station.


¿Roma?



¿Roma?

No, Madrid. Al noreste de la ciudad, no muy lejos del aeropuerto de Barajas, se encuentra el parque del Capricho. En origen fueron los jardines del palacio de los duques de Osuna, un palacete neoclásico que se encuentra en uno de los extremos del parque. Tanto los jardines como el palacio fueron levantados entre a finales del siglo XVIII.  El templete dedicado a Baco, dios del vino, es uno de los monumentos más característicos de estos aristocráticos jardines.  



¿Florencia?



¿Florencia?

No, Madrid. Las Escuelas Pías de San Fernando, en Lavapiés, fueron el primer colegio de los Escolapios que hubo en Madrid. El edificio, dedicado al santo patrón del entonces monarca Fernando VI, se construyó en el siglo XVIII y era una escuela para niños pobres. El 19 de julio de 1936 le metieron fuego, pero no fue reconstruido posteriormente. Mantuvo su estado de ruina hasta que en 2002 la UNED lo habilitó como biblioteca dejando visible parte de la ruina como recuerdo de la Guerra Civil.


¿París?



¿París?

No, Madrid. La Escuela de Ingenieros de Minas de la calle Ríos Rosas fue inaugurada en 1893. El arquitecto ideó un edificio de planta rectangular estructurado en torno a un patio central con dos torreones rematados por cúpulas de estilo francés. El patio lo cubre una estructura de hierro y cristal. Todo el edificio rezuma influencia parisina.


¿Viena?



¿Viena?

No, Madrid. La de Santa Bárbara era la iglesia que pertenecía al Convento de las Salesas Reales, fundado por la reina Bárbara de Braganza en 1748. A finales del siglo XIX las monjas fueron exclaustradas y el edificio del convento dedicado a Palacio de Justicia. La iglesia se convirtió en parroquia, una más de Madrid, aunque con regios inquilinos. En ella está enterrada la propia Bárbara de  Braganza y su esposo, el rey Fernando VI, que no quisieron ser sepultados en el monasterio de El Escorial como el resto de reyes de España.


¿Lisboa?



¿Lisboa?


No, Madrid. La catedral de Alcalá de Henares es sede de la diócesis homónima y la única en el mundo, junto a la iglesia de San Pedro de Lovaina, que posee el título de "Iglesia Magistral", lo que implicaba que todos sus canónigos tenían que ser doctores en teología. Fue levantada en el tramo final del gótico, de ahí que muchos de sus elementos sean ya típicamente renacentistas.


¿Barcelona?



¿Barcelona?


No, Madrid. El Caixa Forum del paseo del Prado es el último añadido a la ya grandísima oferta cultural de la ciudad. Fue inaugurado en el año 2008. El complejo es obra del prestigioso estudio de arquitectura Herzog & De Meuron, que consiguió levantar un museo desde cero respetando la antigua central eléctrica de Mediodía. Lo más llamativo del conjunto es el jardín vertical obra del botánico francés Patrick Blanc. El jardín ocupa la medianera del edificio adyacentey está compuesto por 15.000 plantas de 250 especies diferentes,


¿El Pirineo?



¿El Pirineo?

No, Madrid. Al norte de la comunidad se encuentra Buitrago del Lozoya, un pequeño pueblo amurallado que custodia el paso de Somosierra. Fue fundado por Alfonso VI de Castilla en el año 1096, cuando sus habitantes recibieron las armas del escudo. Aparte de su muralla, que data del siglo XI, Buitrago tiene un castillo, una iglésia gótico-mudéjar y hasta un museo dedicado a Picasso con obras que el pintor regaló a su peluquero, nacido en el pueblo.


¿Finlandia?



¿Finlandia?

No, Madrid. Cerca de Rascafría, en las inmediaciones del monasterio de Santa María del Paular, se encuentra el bosque de Finlandia, un bosque de coníferas y árboles de hoja caduca similar a los del norte de Europa. El bosque se beneficia del microclima que existe en el alto valle del Lozoya, a 1.000 metros sobre el nivel del mar y rodeado de picos de más de 2.000 metros de altitud y una pluviosidad mayor que en el resto de la meseta. La nieve suele hacer acto de presencia a menudo en invierno. En verano la suavidad de sus temperaturas lo han convertido en meca de senderistas y amantes de la naturaleza.  


¿Chicago?



¿Chicago?

No, Madrid. A 230 metros del suelo, altura a la que se encuentra la azotea de la Torre Espacio,  el tráfico del paseo de la Castellana no es más que un lejano rumor. El conjunto de rascacielos conocido como "Cuatro Torres" fue levantado entre 2004 y 2008. La más alta es la Torre Cajamadrid, que con 250 metros es también la más alta de España y la quinta de Europa.


¿Escocia?



¿Escocia?

No, Madrid. En 1907 Alfonso XIII inauguró el embalse de Santillana, construido sobre el cauce del río Manzanares. Para rematar la presa los arquitectos diseñaron una torre de estilo-gótico plateresco que sirviese de anticipo al castillo medieval que se encuentra al otro lado del embalse. En los años 60 se había quedado pequeño y se levantó una nueva presa delante de la antigua aunque sin conservando ésta. De este modo la torre se quedó en mitad del lago artificial, y ahí lleva más de un siglo viendo subir y bajar el nivel de las aguas.      


¿Islandia?


Islandia

No, Madrid. Durante el verano de 1964 la sequía castigó severamente a la capital. Fue entonces cuando se pensó en retener las aguas del Lozoya en su curso alto, donde más llueve de toda la región. El embalse se inauguró tres años después dejando un soberbio lago artificial de 480 hectáreas a los pies de la sierra. Aparte de este el río Lozoya tiene cuatro embalses más, de ahí que decir agua de Madrid, famosa por su calidad, es casi lo mismo que decir agua del Lozoya.  


¿Borgoña?



¿Borgoña?

No, Madrid. En 1782 Carlos III fundó en Aranjuez la Bodega del Real Cortijo para conservar y envejecer los vinos del mismo nombre. Después de una historia muy ajetreada hoy la bodega sigue haciendo lo mismo que entonces. Produce muy pocas botellas (unas 25.000 al año) que sólo pueden disfrutar los socios de un selecto club enológico. Ofrece también la posibilidad de celebrar eventos en sus centenarias cuevas y, ya de paso, catar el vino.  


¿Madrid?



¿Madrid?



Si, Madrid. La mole de la catedral de la Almudena se levanta poderosa encaramada sobre el promontorio donde hace mil años nació la ciudad. Unos metros más abajo discurre el humilde Manzanares, el aprendiz de río vilipendiado hasta la extenuación. Cuentan que, en cierta ocasión, un regidor de la Villa invitó a Lope de Vega a la inauguración de un puente. El dramaturgo se presentó en la ribera y, al ver el contraste entre la magnificencia del puente y la miseria del río, le dijo al regidor que Madrid tenía que elegir entre comprarse un río o vender el puente. Hoy, después varias obras hidráulicas que han estabilizado su caudal y le han devuelto la limpieza al agua, la ciudad puede tener las dos cosas: agua (aunque no mucha) y pequeños puentes como el de la reina Victoria, construído en 1908.
  
VIVÍMOS EN UN LUGAR MARAVILLOSO... ¡DISFRUTÉMOSLO!
Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Regards/Olhares! - Communauté : Expatrie(e)s
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Lundi 10 octobre 2011 1 10 /10 /Oct /2011 10:07

Pais e Filhos

Auteur: Claudio"olhares.com"

 

Xadrez e Café

 

les pères et les fils !

 

a criança sorri…

 

l’enfant sourit

dans un champ de bataille

qu’il n’a pas choisit.

 

o sangue floresce…

 

le sang fleurit

sur la cuisse des hommes

et les pavés de la Libye.

comme il a fleuri

sur tout le nord Afrique

de l’Egypte à la Tunisie.

 

o branco e o negro…

 

du blanc et du noir

arpentent les places

entre la bouche des lances.

le hommes trient

les nuits et les jours

dans les heures lentes.

 

procura-se o barda…

 

on cherche le barde

à travers les roseaux

des chemins arpentés

sous le ciel des oiseaux :

à plumes, métalliques,

- comme un soleil de cuivre-

sur des pages antiques.

 

o mal está apertado…

 

le mal est serré

contre l’épargne des jours.

entre ordres, désordres,

dans un mal d’amours…

les rêves ils marchent

avec leur mal aux pieds,

pour sauver leur peau

car leurs mains sont liées.

 

amarradas as palavras...

 

ligotés les mots

dans le creux de leurs mains

entre portes et rues

ils font des refrains…

courbé le regard

en quête de balles,

retombe jusqu’au sol

de leur enfance en lames.

 

do ferro nas feridas…

 

du fer dans les plaies

sous un vent amer

et l’écho s’entend

contre la boule d’air…

du feu de l’espoir

un doigt amourette

et le temps des morts

de leurs martyrs en fête.

 Rosario Duarte da Costa

Copyright

28/08/2011(over-blog)

 

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Regards/Olhares! - Communauté : Revue poésie et nouvelles
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Mardi 20 septembre 2011 2 20 /09 /Sep /2011 11:11

 

Amendoeiras em flor...

Auteur: Maria Ferreiraolhares.com

 

Amendoeiras em flor

Auteur: Jorge "olhares.com

Amendoeiras em Flor

Auteur: Manuel Martins "olhares.com

não sei porquê

 

não sei porquê...

chega-me uma vontade imensa

de acordar, e ver as amendoeiras

- brancas como a neve -

                   debaixo do céu azul,

abrindo os braços ao alto mar.

 

não sei porquê...

vem-me esta vontade imensa

de olhar as amendoeiras

de mãos dadas com as alfarrobeiras,

ali, no alto da colina -a ver o mar

onde o sol se irá deitar.

 

não sei porquê...

ando aqui perdida por  veredas estranhas,

passo os instantes sempre a navegar

                   no meu barquinho de papel.

por aí vou à esquerda e à direita

nas caminhos que outros já fizéram,

desabando ao encontro do velho mar.

 

não sei porquê...

ando e desando,

subindo e descendo

na tona, no baixo das águas.

e páro, buscando nas ilhas inacessíveis.

quero um lugar, um pequeno lugar,

só um lugar onde poder poisar.

Rosario Duarte da Costa

Copyright

19/09/2011

Amendoeira em flor

 

 

 

 

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Regards/Olhares! - Communauté : Revue poésie et nouvelles
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