biografia....Rencontres...

Mercredi 5 janvier 2011 3 05 /01 /Jan /2011 09:53

 

Uma relíquia dos anos 60

Auteur:  Guilherme Mendes "olhares.com"

 

Se amando no parque

 

Retour vers le passé!

 

 

Tu verras tu verras

les années d’autrefois

avec nos jeunes années

et des amours monstres assis

sur nos propres parvis du temps

avec ses parfums embaumant

nos vies désertifiées

déjà depuis bien longtemps

 

Tu verras tu verras

les esplanades remplies

par nos pas et par nos vies

autour d’un morceau de Jazz

ou un concert quelconque

avec nos bouches collées

aux murs de la belle nuit

et un air de bleues si joli

 

Tu verras tu verras

tous les mots envolés

comme des beaux oiseaux joyeux

parcourant tous les étés

you are lovely my dear

au milieu de la douce nuit

look me please i love you

my dear love je te le dis

 

Tu verras tu verras

Rosario Duarte da Costa

Copyright

03/01/2011

 

Amanhecer em Aracajuroveço

 

A natureza em seu esplendor

 

A linda Barcelona

 

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : biografia....Rencontres... - Communauté : Caligrafias Poéticas!
Ecrire un commentaire - Voir les 0 commentaires
Lundi 6 septembre 2010 1 06 /09 /Sep /2010 09:52

Sai da frente que estou descendo!

Auteur des photos :Edson "olhares.com

 

selvagens

 

 

Moi !

 

J’ai été quoi?

 

je fus un enfant dont

ne me souviens pas

quelque chose qui

ne me ressemble pas

peut-être

une reine quelconque

du lointain

qui m’a rendu jeune fille

le lendemain

mais

de cela aussi

je ne me rappelle pas

car ceci

ce n’était pas moi

c’est beaucoup trop banal

et à l’œil nu

je ne suis qu’une petite femme

au grand cœur

une petit femme sans égal

née –paraît-il-

comme un coquelicot

sur les champs arides

du Portugal !

  

 

 Sou uma arvore saindo da terra

de braços abertos ao beija-flor!

 

 

 

Rosario Duarte da Costa

Copyright

05/09/2010

 

Arvore no inverno

 

beija-flor

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : biografia....Rencontres... - Communauté : Les chroniques de la meute
Ecrire un commentaire - Voir les 0 commentaires
Mercredi 25 novembre 2009 3 25 /11 /Nov /2009 09:51



Casa
Photos: www.montalegre-do-cercal.com

Sim...recordo-me do Dr.Macedo e Familia...
da casa onde eu entrava por vezes...
Tão perto e, tão longe!

 

Em Homenagem ao Querubim!



 

Quando eu era criança, o françês era para mim uma chinezada,
visto
que naquela altura, nunca se havia pensado ensinar uma língua na

escola primária.

 

 

Sabia da existência de alguns países- como a China-, por ter tido

oportunidade de ler livrinhos “em relevo”, recortados com imagens

da China; por ter usado no verão daqueles chapéus –em bico-, por

causa do sol na praia...

 

Conhecia a França, por ter lido alguns livrinhos de autores françeses

traduzidos em português; por ter visto françeses em Vila Nova de

Milfontes em particular na pensão desta cidade “antigamente vila”

que era de uma prima da minha avó. Arranhava a língua com o

“merci” ou “au revoir” que eu expremia com “merrrci” e “ ô revar”,

pensando falar já, a língua de Voltaire.

 

Assim caminhei nos primeiros anos de vida, sem me aperceber que

o françês era uma língua “viva”, muito literária e, que qualquer autor

no mundo desejaria passar pela França para ser reconhecido!

Não esqueçamos que a França antes de acolher a dita “emigração”,

no século XX, há muitos séculos havia acolhido desde os tempos

remotos, escritores e sábios portugueses.

 

Um dia porém, numa altura em que eu estava de férias de verão e que

ainda a ida para a praia tardava, fui visitar ( como todos os dias)

a minha avó Georgina e, de regresso a casa, dei uma voltinha

-como sempre- pela avenida.

Desci até chegar à Bomba de Gasolina do Sr. Isidro (que era o padrinho

do meu pai) e, um pouco mais abaixo havia uma loja à esquerda com

um jovem sentado a ler um livro. Era o Querubim, um jovem estudante

a quem eu perguntei logo o que ele lia...

Levantando o olhar para mim disse-me:não te posso explicar, és muito

pequenina, estou a ler um livro em françês!

Fiquei pasmada! Em Françês? E, não me pode ensinar o françês?!

- Disse-me logo: quando entrares no colégio aprenderas também o françês!

 

Parti, numa correria doida até casa. Fui chorar para o quarto e, o rio de

lágrimas deve ter alagado a casa porque a minha mãe chegou a correr

dizendo-me “já chega”! Porque é que estás a chorar?

 

Foi assim que eu confessei à minha mãe que queria aprender françês com

o Querubim, que eu não poderia esperar até “ser grande” etc...etc...etc...

 

Alguns dias depois, chega o meu pai a casa, apos uma ausência de alguns

dias devido ao seu trabalho. Estava eu “de beiças”, “sizuda”, de mau humor.

A mãe explicou-lhe a razão...e, ainda para mais disse-lhe: “desde aí, todos

os dias ela tem que ir ver o Querubim diante da loja!

 

É verdade, ele era um bonito rapaz mas, o que me interessava era que ele

era estudante “um sábio”, que ele falava françês enquanto que eu, não

percebia patavina...

O meu pai contou a historia ao Querubim, à mãe dele e, eles riram muito.

Foi então que o Querubim começou a dar-me umas duas horas de françês

quase todos os dias!

Apos a aula “gratuita”, ( porque entre amigos e conhecidos não haviam

histórias fiduciárias), subia eu a avenida para papaguiar em françês tudo

o que eu havia aprendido nesse dia aos meus avós. O meu avô –ja farto às

vezes- dizendo-me: Já chega!

 

E, foi assim que, muitos anos depois, eu ía para a aula de françês ( a quem

chamavam “ a pencuda”, dizendo mesmo à professora que ela tinha má

pronúncia!

 

Hoje, o que me importa desta história é que nunca mais vi o Querubim; nem

sei se ele é vivo, se tem descendentes...

Gostaria de lhe deixar esta homenagem, pela partilha do seu próprio saber

comigo!

Dir-lhe-ei, que vim para França inicialmente visitá-la por quinze dias...

E, por razões do “destino?!”, que me ultrapassam, quedei-me aqui sentada no

françês com o sofá bem português.

Com a maturação, o “estado de espírito” é outro; com o tempo arranja-se tempo

para pensarmos naqueles que tínhamos momentâneamente esquecido.

Com a verdade à frente do olhar, envergonho-me de nunca o ter contactado,

pedindo-lhe desculpa em muito atraso!

Rosario Duarte da costa

Copyright

25/11/2009




Quando eu era criança, o françês era para mim uma chinezada,
visto
que naquela altura, nunca se havia pensado ensinar uma língua na
Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : biografia....Rencontres... - Communauté : Caligrafias Poéticas!
Ecrire un commentaire - Voir les 0 commentaires
Vendredi 19 septembre 2008 5 19 /09 /Sep /2008 12:34

Hier, en lisant LusoJornal - par hasard- j'ai trouvé un article d'un vieil ami d'origine Lusitanienne et, je souhaite l'insérer pour tous les portugais du monde qui liraient ces pages!
Sa traduction n'est pas essentielle, par contre j'ajouterais quelques éléments sur Albano Cordeiro- sociologue, économiste et être de grande humanité, afin que l'on puisse mieux le connaître.
Nous, nous sommes connus il y a plus de trente ans...alors que notre pays était encore sur la domination fasciste
!

  Paco!
J'ai reçu to mail. Je partage ton avis. Evidement, on peut divulguer une pensée sans être d'accord avec son contenu! Bises.Rosario

LUSO

 

Sétimo aniversário: O atentado às Torres Gémeas e a toda-poderosa PIDE( Septième anniversaire: L'attentat aux Tours Jumelles et La Toute Puissante Pide)!

Que relação poderá existir entre o atentado do 11 de Setembro de 2001 contra as torres do World Trade Center de Nova Iorque(Manhattan) e a PIDE? Para o cidadão ordinário a questão risca de parecer sem-pés-nem-cabeça. O que é que tem a ver uma coisa com a outra? Na verdade, a questão que nós pomos é a das possíveis semelhanças entre as atitudes após dois tipos de acontecimmoentos, de natureza diferente, mas com consequências comparáveis. Num caso trata-se dum atentado classificado “terrorista” e no outro trata-se de acções prolongadas de repressão de manifestações reais ou supostas de oposição e de contestação dum regime dictatorial. Num e no outro caso o resultado é o de “produzir medo”, ou terror - como se diz comummente nos nossos tempos - a grande escala, sobre uma grande parte da população, senão mesmo sobre toda a população.Se nos dois casos se observa esta produção de medo generalizado, há todavia uma diferença significativa. No caso do atentado terrorista o medo teria sido produzido por uma força que se assume pertencer à ilegalidade, e no caso da PIDE, trata-se duma força que se apoia sobre um poder reconhecido internacionalmente. A vasta e marteladora informação e as análise feitas nos médias nacionais e internacionais sobre o atentado às torres gémeas de Nova Iorque, fez que hoje, sete anos depois, 99% da população do mundo inteiro, “sabe” que ele foi organizado por terroristas muçulmanos (árabes, ainda por cima), organizados num grupo extremista anti-ocidental chamado Al-Qaeda. Todavia, no 1% (ou menos) que pensa que o que se conta sobre esse atentado não são senão tretas, a explicação avançada é bem diferente. Mesmo: é totalmente diferente. O atentado teria sido organizado pelos serviços secretos americanos de A até Z. Apresentam montanhas de provas de cortar a respiração. Só a ouvi-las uma pessoa ou rejeita instintivamente ou então ouve-as e não pode deixar de ficar perplexo. Esta tese, para o cidadão ordinário, é pura e simplesmente absurda. Para outras pessoas, que se consideram informadas ou que fizeram um esforço para se informar, e que professam uma outra tese. O atentado foi “arranjado a meias” entre serviços secretos americanos e extremistas supostamente “anti-ocidentais” que forneceram a mão de obra directa, e provavelmente arquitectaram o primeiro projeto, recuperado em seguida pelos serviços citados. O que resulta da tese do “complot” organizado pelos próprios serviços secretos americanos (que seriam por sua vez manipulados por pessoas de grande influência nos Estados Unidos) é que o atentado demonstra que há actualmente uma sede de poder (nos Estados Unidos) que é “capaz de tudo” e resolveu meter o mundo inteiro à sua bota. Verifica- se assim que o efeito desta tese é o mesmo que conseguira a PIDE no tempo de Salazar-Caetano. O povo inteiro estava convencido que contra a PIDE não se podia fazer nada. Desde que se falasse “política” era logo transmitido à PIDE que vinha logo prender. Com este mito, o regime produziu, na grande maioria da população um medo (hoje dir-se-ia terror) instintivo que despolitizou a população por três gerações (Victor Pereira, artigo sobre este assunto in “Latitudes”, n° espedo 20° aniversário). Propagando a ideia da “invencibilidade” dos que manipulam a política nos Estados Unidos risca-se de produzir o mesmo efeito: uma despolitização de massa no mundo inteiro. Os que não cessam de desmacarar o “complot” dos serviços secretos americanos, trazem. Finalmente água ao moinho dos mesmos serviços: inútil mobilizarse contra esses serviços e contra quem está por de trás. Eles são invencíveis e diabólicos.

Albano Cordeiro

 

Albano CORDEIRO

 

Sociologue-économiste CNRS, Retraité
section 40- Université Paris VII


Coordonnées personnelles
50 rue des Couronnes 75020 Paris France

contact : cordei@ccr.jussieu.fr


Publications

  • "L'Immigration", coll. Repères n° 8, La Découverte, 1983, 1984, 1987.
  • "La citoyenneté dans tous ses états - de l'immigration à la nouvelle citoyenneté" (avec Saïd Bouamama et Michel Roux), L'Harmattan, 1992.
  • "Immigration et intégration -état des savoirs" (collectif), La Découverte/Textes à l'appui, 1999.

Thèmes de recherche :

  • Relations inter-ethniques, droits culturels des minorités
  • Citoyenneté - démocratie
  • Migrations, mobilité internationale

Thèmes de spécialisation :

  • Citoyenneté des résidents étrangers
  • Immigration au Portugal
  • Démocratie en Afrique

 

 Malgré toutes les volontés d'avancer -avec et pour nos jeunes- dans un monde de paix, ouvert, et allant dans le sens au retour des valeurs "essentielles" pour "l'être humain", les bombes continuent à exploser,hors Europe et à côté !
Ce n'est pas le monde que j'ai rêvé (il y a longtemps!
(Rosario Duarte da Costa)

 

 

 

 

 

 

 

 

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : biografia....Rencontres... - Communauté : Les chroniques de la meute
Ecrire un commentaire - Voir les 0 commentaires
Vendredi 27 juin 2008 5 27 /06 /Juin /2008 10:46
On marche avec une tonne d'espoirs!
On  fonce, sans peur; même quand on nous a cloué la bouche!
Quand on a 20 ans, on refait le monde!
Bilan à faire, quarante ans après!


Entrée par concours à la Radio Université de Lisbonne, j'ai travaillé avec des journalistes qui sont devenus plus tard " des maîtres de leur métier"!




Correspondances avec Zimna Cabral-Marquesa de valverde!


Me voici avec Eduardo Fidalgo!


Ici, Manuela et Fernando Balsinha (décedé), ainsi que joaquim Furtado!



Vous demandez-vous si j'ai des regrets d'avoir abandonné mon Pays?!
Oui, j'en ai des regrets. Mais, j'ai changé de pays, de Vie et d'ambitions!
Je reviens de loin, comme une fille prodigue!

Retour à Alentejo!

Un clin d'oeil à un oncle de maman. Derrière Madame " Estragadinha" la boulangère de Cercal, d'où j'étais partie depuis longtemps!









Après 1970, j'ai maintenu une épistolographie avec des amis: Ici, Zimna Cabral Marquesa de Valverde, qui avait créée le Cenaculo Literario em Lisboa- Rua Castilho!


 
Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : biografia....Rencontres... - Communauté : Les chroniques de la meute
Ecrire un commentaire - Voir les 0 commentaires

Syndication

  • Flux RSS des articles

Pages

Présentation

Créer un Blog

Recherche

Calendrier

Février 2012
L M M J V S D
    1 2 3 4 5
6 7 8 9 10 11 12
13 14 15 16 17 18 19
20 21 22 23 24 25 26
27 28 29        
<< < > >>

Images Aléatoires

Derniers Commentaires

Recommander

Créer un blog gratuit sur over-blog.com - Contact - C.G.U. - Rémunération en droits d'auteur - Signaler un abus - Articles les plus commentés