Partager l'article ! Traces archéologiques importantes au Château Saint Jorge de Lisboa!: Auteur: Fernando Monteiro www.olhares.com ...

Auteur: Fernando Monteiro www.olhares.com

Oui. Le quartier du Château Saint Jorge de Lisboa, nous apporte
touta la richesse culturelle de notre passé!
Comme vous le savez, le Portugal fut le Thêatre de différents passages
depuis le début des temps, un lieu de sedentarisation de peuples divers,
et aujourd'hui on peut voir leurs traces à travers de type d'habitat, leur culture, etc...
Il faut dire que on a ouvert un espaçe grandieuse que le public pourra visiter. Il sera devant l'histoire depuis le VII siècle avant J.C.!
Voici un article-en langue portugaise-issu du Journal
"correio da manhã"!
Rosario Duarte da Costa
Copyright
19/03/2010
www.correio da manhã.pt
Carrilho da Graça, António Costa e Elísio Summavielle na apresentação do projecto
arqueológico
O evento foi protagonizado por António Costa (presidente da Câmara de Lisboa), Elísio Summavielle (secretário de Estado da Cultura) e Carrilho da Graça (Prémio Pessoa 2008), arquitecto responsável pelo projecto.
O espaço arruma-se em 2600 metros quadrados, onde se cruzam vários períodos e culturas: séc. VII a.C. (Idade do Ferro), sécs. XI e XII (Bairro Islâmico) e sécs. XV-XVIII (Palácio dos Condes de Santiago).
"Este é um momento muito importante que culmina um longo processo", frisou Carrilho da Graça, sublinhando o romantismo do cenário. O espaço é recortado por um muro de aço corten (anticorrosivo) que limita as escavações e as estruturas modernas e simples, edificadas "para proteger e permitir o entendimento da espacialidade do interior" das ruínas.
Já António Costa, autarca de Lisboa, enalteceu o cruzamento de culturas de um projecto "inserido numa estratégia que integra outras iniciativas" que reforçam a identidade de Lisboa.
DETALHES
Escavações desde 1996
Os primeiros vestígios arqueológicos foram encontrados no Castelo em 1996.
Projecto de 1,4 milhões
O custo dos núcleos museológico (inaugurado em 2008) e arqueológico ronda 1,4 milhões de euros. Novecentos mil euros provêm da autarquia e o restante do Plano Operacional de Cultura (POC).
Equipa de arqueologia
Ana Gomes e Alexandra Gaspar, da Direcção Regional de Cultura de Lisboa e Vale do Tejo, lideraram os arqueólogos.
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