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Le chagrin de Monsieur Amaral (Ex-Inspecteur de la P.J. portugaise)...
Je n'ai pas eu l'honneur de connaître ce
Monsieur. Je n'ai rien contre lui, encore
moins contre la P.J. portugaise.
Pour ma part, je suis même sensible à son parcours car, en venant du bas il a réussi ses études et à faire carrière dans le Ministère
portugais!
Je suis certaine qu'il a des
compétences (savoir et savoir-faire). Pourtant, je ne suis pas certaine que, malgré sa motivation il ait un " savoir-être", c'est à dire
le comportement adéquat dans son travail...
C'est ainsi qu'il a voulu trop en faire, et trop vite, en s'éparpillant dans tous les sens. Il a voulu être le meilleur!
Où voit-on le temps passer, le travail de son équipe?
Alors qu'il fut déraciné de son poste (par les politiques), il a voulu continuer
à travailler, et bien-sûr se faire apprécier des autres-au Portugal et à l'étranger!
Cependant, le Tribunal Portugais lui avait interdite la vente du livre, ainsi que l'étalage sur les programmes de télévision. Mais, plus grand que le roi, il a continué -allant même en Amazonie-
expliquer son travail sur la disparition de la fillette anglaise. Il a peut-être voulu se faire comprendre des indiens...
Convaincu d'être le meilleur, il se jette sur la Municipalité d'Olhão pour
devenir Maire! Hélas, il n'a pas réussi et tant
mieux...
Malgré
les prohibitions du tribunal ses livres continuent à être vendus. Malgré l'interdiction du tribunal, ses conférences continuent...
Mais, suite à une demande du couple McCann auprès du tribunal Portugais, ce dernier
lui gèle son argent. Ce qui -à mon avis-est tout à fait normal!
Et voilà Monsieur l'Inspecteur qui commence à entrer dans le rôle de victime.
Puisqu'il n'est pas Maire, et qu'il ne peut pas vendre ses bouquins qui -selon lui- ne lui rapportent rien, il est malheureux!
Monsieur l'ex- Inspecteur de La Police Judiciaire Portugaise, nous ne pouvons pas être toujours des gagnants! Je m'en souviens du jour où, toute la France
injuriait les parents du petit Gregory considérés alors les seuls assassins, et ce jour-là je n'ai pas cru car, il y avait beaucoup de discordance au cours des événements...
Aujourd'hui, les analyses ADN ont parlé -non pas des parents- mais d'un homme et d'une femme...que la police ira chercher à connaître.
Dans tous les métiers il y a des certitudes mais aussi des erreurs...
Je crois, que le temps un jour nous apportera la vérité sur un plateau!
Rosario Duarte da Costa
Copyright
265/10/2009
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Director
José Leite Pereira Director Adjunto Alfredo Leite Subdirector Paulo Ferreira |
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Gonçalo Amaral admite recorrer se quantias do arresto forem significativas2009-10-22O advogado de Gonçalo Amaral admitiu hoje que se as quantias do arresto ordenado pelo Tribunal Cível de Lisboa forem "significativas" o seu cliente deverá opor-se à decisão judicial e reagir, evocando factos que contrariem os apresentados pelos McCann. "O Gonçalo [Amaral], ou qualquer cidadão, pode reagir a qualquer providência cautelar opondo-se à decisão quando não é ouvido, porque neste caso não foi ouvido. Ele pode-se opor à decisão evocando outros factos que contrariem aqueles que levaram o juiz a decidir daquela maneira", argumenta António Cabrita, em declarações à agência Lusa. Segundo o advogado de Gonçalo Amaral, o seu cliente terá recebido recentemente uma notificação do Tribunal Cível de Lisboa sobre o arresto das receitas dos direitos de autor do livro "Maddie, a Verdade da Mentira". Contudo, António Cabrita sublinha que ainda não recebeu nem leu nenhum documento judicial sobre esse arresto e que não pode pronunciar-se cabalmente sobre o assunto. Segundo António Cabrita, Gonçalo Amaral pode, no entanto, opor-se, por exemplo, dizendo que não está a dissipar património, nem bens, que não está a fazer vendas e declarando as suas receitas. "Se ele [Gonçalo Amaral] tiver algumas quantias a receber dos direitos de autor do livro e se forem quantias relativamente significativas obviamente que convém opor-se à decisão e reagir", reiterou o causídico António Cabrita. António Cabrita recorda, no entanto, que o Tribunal Cível de Lisboa proibiu, em Setembro, a venda do livro "A Verdade da Mentira", ordenando a retirada dos exemplares disponíveis no mercado e que, por essa razão, o livro já nem deveria estar a registar lucros nem para a editora Guerra e Paz, nem para Gonçalo Amaral. "Se Gonçalo Amaral não tiver nada a receber é pegar na decisão, emoldurá-la e pôr na sala, porque não tem efeito útil, se tiver a receber ainda alguma quantia, mas de montante tão pequeno que não dê o custo para a avaria, então também não vale a pena fazer nada", acrescentou António Cabrita. No início de Setembro, o Tribunal Cível de Lisboa proibiu a venda do livro "A Verdade da Mentira" sobre o desaparecimento no Algarve da menina inglesa Madeleine McCann, da autoria do ex-inspector da Polícia Judiciária (PJ) Gonçalo Amaral. Madeleine McCann desapareceu em 03 de Maio de 2007, quando tinha três anos de idade, do quarto de um apartamento num aldeamento turístico na Praia da Luz, concelho de Lagos, Algarve, onde se encontrava a passar férias com os pais e os dois irmãos. A decisão do tribunal é resultado de um procedimento cautelar instaurado contra o ex-inspector e as editoras para impedir a continuação da divulgação do livro e do vídeo nele baseado, assim como das teses neles difundidas que apontam para um envolvimentos dos pais no desaparecimento da criança. A família McCann continua a exigir o pagamento de uma indemnização de pelo menos 1,2 milhões de euros ao ex-inspector da PJ Gonçalo Amaral pelas suas declarações consideradas difamatórias a propósito do desaparecimento de Madeleine. Também em Setembro, Kate e Gerry McCann afirmaram, em Lisboa, que voltaram a Portugal para "encontrar novas pistas e uma estratégia que permita maximizar a procura" da sua filha Madeleine.
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