Le couple Mccann s'est déplacé au Portugal, en vue de chercher de
nouvelles pistes pour retrouver leur fille "Maddie".
Gonçalo Amaral ex-inspecteur de la police Judiciaire ne démord pas! Après le premier livre "interdit à la vente par la Justice portugaise", il sort un deuxième livre intitulé
"La mordaça Inglesa"!
Monsieur Amaral a trouvé enfin son métier: celui d'écrivain! Alors que bien souvent des
auteurs de qualité trouvent un frein pour la publication de leurs
œuvres, celui-ci peut publier -à volonté, ce qui me surprend beaucoup!
Au-delà du fait qu'il se fait de l'argent sur le dos d'une petite fille disparue,
dont personne sait comment...
Monsieur Amaral a une "Dent" contre les Mccann! Il semble ne pas aimer les anglais. Je pense à tous ceux qui ont permis de développer l'Algarve, en achetant et s'installant dans cette belle
région...
Je pense aux récentes victimes anglaises dans cette région, tuées ou agressées, alors qu'elles étaient là, par amour des paysages et des gens!
Je pense aux habitants de "Algarve", dont le métier est de rendre services aux autres et, à qui on terni l'image!
Je pense à l'avenir du Tourisme au Portugal. On ne se sent plus en sureté,
les gens restent isolés, devenant méfiants...
On parle de toucher " à la liberté individuelle" au Portugal. Quelle liberté?
Si le Portugal continue à être géré par des gens, dont l'appui s'adresse
toujours à leurs amis personnels ou politiques!
L'année dernière, en réfléchissant sur cette affaire, je me suis même demandée si " quelqu'un aurait pu mettre du sang de cadavre dansl'appartement des parents, afin de modifier le cours de cette disparation!
Enfin, cette affaire à fait le tour du Monde. Peu importe comment mais,
si l'étendue de l'action peut avoir des aspects négatifs, elle peut parfois aussi
trouver un résultat!
Mettez vos oreilles à l'écoute!
Ouvrez les yeux et signalez tout acte suspect!
Que Maddie revienne, ainsi que tous les enfants enlevés aux siens, au Portugal, en France ou, ailleurs!
Rosario Duarte da
Costa 24/09/2009
Journal "Ultima hora"
Reuters
Maddie desapareceu da Praia da Luz do Algarve a 3 de Maio de 2007.
Casal McCann em Portugal para encontrar "estratégia que permita maximizar a
procura" de Maddie
23.09.2009 - 19h52Lusa
Kate e Gerry McCann afirmaram hoje em Lisboa que voltaram a Portugal para
"encontrar novas pistas e uma estratégia que permita maximizar a procura" da sua filha Madeleine, que desapareceu há mais de dois anos no Algarve.
"É um dia muito importante para nós e para a procura de Madeleine. Isto pode ser um ponto de viragem na busca e nós estamos dispostos a fazer o que for preciso para continua a
procurar a nossa filha", disse Kate McCann, que falou aos jornalistas, juntamente com o marido, Gerry, numa conferência de imprensa num hotel de Lisboa.
O casal McCann, que hoje chegou a Portugal, começou por lembrar que houve dois processos judiciais que concluíram que "não há evidências de que Maddie esteja morta ou que nós
estejamos, de alguma maneira, implicados na sua morte".
Os pais de Madeleine, que se reuniram hoje de manhã com os seus advogados em Portugal, salientaram a importância de seguir todas as pistas "que possam apontar para o desaparecimento
de Maddie" e quiseram transmitir às pessoas que "ainda existe uma possibilidade dela estar viva".
Rogério Alves, um dos advogados do casal McCann, observou que "do ponto de vista jurídico a visita não representa nada", explicando tratar-se "apenas de um acto de contacto normal
entre um casal e os dvogados que defendem os seus interesses".
Rogério Alves lembrou que, apesar de "o processo estar arquivado, o assunto não está", realçando que "só estará quando Kate e Gery encontrarem a sua filha".
Questionado pelos jornalistas sobre os assuntos abordados no encontro de hoje, limitou-se a responder de forma genérica, explicando que o encontro se destinou a perceber "o que é
possível fazer, do ponto de vista legal, para que as buscas sejam implementadas, vivificadas e qual a melhor maneira de o fazer".
Quanto à proibição da venda do livro "A Verdade da Mentira", da autoria do ex-inspector da Polícia Judiciária (PJ) Gonçalo Amaral, o casal foi parco nas palavras.
"Não estamos aqui para falar sobre as questões judiciais ou outros aspectos legais. O mais importante é a procura de Madeleine. Mas se as pessoas prejudicam esta procura não podemos
ficar quietos", respondeu Kate.
O Tribunal Cível de Lisboa proibiu a venda do livro “A Verdade da Mentira” sobre o desaparecimento de Madeleine McCann, da autoria do ex-inspector da PJ Gonçalo Amaral, e ordenou a
retirada dos exemplares disponíveis no mercado.
A decisão do tribunal foi o resultado de um procedimento cautelar instaurado contra o ex-inspector e as editoras para impedir a continuação da divulgação do livro e do vídeo nele
baseado, assim como das teses neles difundidas que apontam para um envolvimento dos pais no desparecimento da criança.
A advogada Isabel Duarte, que trata das questões cíveis do casal, adiantou aos jornalistas que estão a ser feitas "diversas diligências relacionadas com o problema do livro, vídeo e
entrevistas" do ex-inspector da PJ, que defende que Madeleine possa estar morta ou que os pais podem estar envolvidos no seu desaparecimento.
A advogada referiu que há uma decisão "que se aplica ao cidadão Gonçalo Amaral que o proíbe, em Portugal ou noutra parte do mundo, de prestar quaisquer declarações que defendam essas
teses".
Se o fizer, terá de pagar mil euros à família por cada declaração que profira, acrescentou.
Madeleine McCann desapareceu em 3 de Maio de 2007, quando tinha três anos de idade, do quarto de um apartamento num aldeamento turístico na Praia da Luz, concelho de Lagos, no
Algarve, onde se encontrava a passar férias com os pais e os dois irmãos, desconhecendo-se até hoje o que aconteceu à criança.
Journal: Correio da Manhã
Caso Madeleine: Casal Mccann regressou ontem a Portugal
Amaral desafia casal McCann
Gonçalo Amaral jurou que não o iam calar aquando da proibição, pelo Tribunal Cível de Lisboa, da circulação do livro ‘A Verdade da Mentira’ e do vídeo em que
defende a tese de morte ou da ocultação do corpo de Madeleine McCann pelos pais. Cumpriu a promessa. O ex-coordenador da PJ surge agora com o livro ‘A Mordaça Inglesa’ a ser apresentado a 3 de
Outubro, no Algarve.
Recorde-se que Gerry e Kate pedem uma indemnização de 1,2 milhões de euros. A decisão do tribunal proíbe ainda Gonçalo Amaral de prestar declarações. Se o fizer,
terá de pagar mil euros à família inglesa por cada comentário.
Amaral não se deixa intimidar e desafia o casal McCann ao começar o livro com uma citação de Mário Soares após o 25 de Abril sobre a liberdade de expressão.
Ontem, Kate e Gerry estiveram em Lisboa a “explorar estratégias” com os seus advogados e assessores. O objectivo, segundo Gerry, é “retomar o processo e continuar à
procura” de Maddie, desaparecida na Praia da Luz, Lagos, em 2007. Para o representar junto da Comunicação Social, o casal contratou a empresa de comunicação Lift Consulting.
Visivelmente nervosa com o primeiro regresso a Portugal, Kate afirmou acreditar que a filha está viva. “A Madeleine merece que acreditemos nela”, disse.
Com a voz embargada, Kate admitiu ainda voltar em breve à Praia da Luz: “Quero regressar ao lugar onde abracei a minha filha pela última vez.” Já Gerry diz: “Apesar
de ser doloroso, estamos a aprender a viver sem a Maddie.”
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