Mardi 11 janvier 2011 2 11 /01 /Jan /2011 12:54

 

 OS MARINHEIROS E SUA FROTA

 Auteur des Photos sur cette page: Banzina "olhares.com"

 

OS MARINHEIROS E SUA FROTA

 

FORÇA PORTUGAL

 

La Tumultueuse mer de l’ Europe!

 

Nous naviguons dans une mer en turbulences...

Notre bateau cabote de port en port et, les nouvelles sont mauvaises !

C’est ainsi que le bateau portugais avance dans une mer en sursauts,

et les informations qui nous arrivent ne sont pas tellement sûres. Tout le monde tire les cordages à leur manière et, à force de tirer dans tous les sens on risque de le faire couler !

Mais qui a intérêt à faire cela ?!

Tout le monde. L’Asie, qui dégorge d’argent dans ses coffres et, attend

de pouvoir acheter le monde à bas prix. Le Japon, dont l’aisance est grande et, les îles insuffisantes à son essor !

L’Europe : L’Allemagne qui est eux commandes de la flotte

européenne avec la France, qui est sa collaboratrice. Puis, tous les

autres qui voient la dette portugaise gêner ou, fructifier leurs affaires !

Alors, durant la tempête, tout le monde tente de faire un jeu de

quilles.

On ne sait pas encore qui va gagner. Le problème principal qui se

pose est l’histoire des prochaines élections Présidentielles au Portugal car, personne ne veut être désigné comme responsable de l’échec ou

de la réussite des candidats, ni de la chute éventuelle du gouvernement !

Seul l’Espagne hésite à jouer car, elle craint de perdre ses espoirs.

Parce que, si le Portugal est enveloppé dans les draps de l’aide de la BCE et du FMI, elle pourra être la suivante à être mise sur la touche !

Pendant ce temps l’Europe affronte la mer tumultueuse, sans savoir quand elle se calmera !

Rosario Duarte da Costa

Copyright

11/01/2011

 

Laços

 

Preparativos para ajuda do FMI a Portugal já começaram

 

www.publico.pt

 

 

 (Daniel Rocha/ arquivo)
O primeiro-ministro, José Sócrates, foi hoje taxativo a dizer que o país não vai pedir ajuda externa à UE e ao FMI, na apresentação de números preliminares da execução orçamental.

 

O Governo português não vai pedir ajuda financeira porque “não é necessário”, disse José Sócrates, acrescentando que o país vai continuar a fazer o seu trabalho de consolidação orçamental.

Esta declaração foi feita após o anúncio de alguns dados preliminares da execução orçamental de 2010 do subsector Estado e da Segurança Social, em que foi obtida “uma folga orçamental de cerca de 800 milhões de euros, ou 0,5 por cento do PIB”, em relação ao que estava previsto no Orçamento do Estado para 2010.

Com base nestes números, o primeiro-ministro disse que o défice do Estado de 2010 ficará “claramente abaixo” da meta de 7,3 por cento.

O apuramento preliminar da despesa total do subsector Estado subiu apenas 1,7 por cento, quando no OE 2010 estava previsto que aumentasse 2,5 por cento; por seu lado, as receitas terão aumentado 5,3 por cento, face a 4,5 por cento previstos.

No caso da Segurança Social, previa-se no Orçamento um excedente de 605 milhões de euros no exercício, mas ficará acima de 720 milhões, disse ainda José Sócrates.

“Nestas três dimensões a comparação entre o resultado e o que era a previsão dá uma folga orçamental de cerca de 800 milhões de euros, ou 0,5 por cento do PIB”, explicou, salvaguardando que o apuramento final ainda não está feito. No entanto, esta folga é na óptica da contabilidade pública, que não é a utilizada pelo Eurostat para calcular os défices públicos. O valor final, na óptica da contabilidade nacional, será apurado pelo INE e reportado ao Eurostat em Março, explicou ainda.

Após apresentar estes números, o primeiro-ministro disse que “o país está a fazer o seu trabalho e está a fazê-lo bem”, sublinhando que Portugal “foi um dos países europeus que mais reduziu o seu défice em 2010”. Sócrates disse que dez país prevêem que no ano passado o seu défice aumente face a 2009 , dez prevêem uma redução de menos de um ponto, e Portugal é um dos poucos que reduz mais de dois pontos.

Foi na sequência desta apresentação que o primeiro-ministro afirmou peremptoriamente que “o Governo português não vai pedir ajuda financeira porque não é necessário”, dizendo que o” país vai continuar a fazer o seu trabalho” de consolidação de contas iniciado no ano passado. Disse ainda que os “rumores e especulações” e não ajudam o país.

Nos últimos dias, Portugal tem sido objecto de intenso noticiário da imprensa internacional, sobretudo económica mas não só, devido à subida dos juros da sua dívida pública nos mercados secundários e ao risco, dado como muito elevado, de o país vir a necessitar a curto prazo de ajuda financeira externa da União Europeia e do FMI.

Última actualização às 10h40

 

www.lemonde.fr

Le Portugal ne sollicitera pas d'aide internationale, affirme José Socrates

Soulignant que son pays fait le nécessaire pour résoudre ses difficultés, le premier ministre portugais indique que les rumeurs sur un possible sauvetage financier ne font que le jeu des spéculateurs et n'aident en rien le Portugal.

LEMONDE.FR | 2011/01/11 12:14:29

 

 

 

 

 

Portugal faces growing tensions

By Peter Wise, FT.com
January 11, 2011 -- Updated 0455 GMT (1255 HKT)
A protester holds a banner reading 'strike' as he takes part in a demonstration in downtown Lisbon on November 24.
A protester holds a banner reading 'strike' as he takes part in a demonstration in downtown Lisbon on November 24.
STORY HIGHLIGHTS
  • José Sócrates has spent most of the past year trying to convince international investors
  • Portugal will do "whatever it takes" to avert the need for an international financial rescue
  • Political tension is growing against the Socialist prime minister's economic policy
  • Calls for his resignation if Portugal has to seek an international financial rescue

(FT) -- José Sócrates, Portugal's Socialist prime minister, has spent most of the past year trying to convince international investors and other eurozone governments that he will do "whatever it takes" to avert the need for an international financial rescue.

On the eve of a crucial bond auction on Wednesday, he now has an extra problem on his hands: growing political tensions within Portugal, with the main opposition party launching attacks on the prime minister's handling of the economy, having earlier backed his deficit-cutting measures.

The dispute has increased uncertainty over the future of the minority government and the extent of political backing for its tough austerity steps as campaigning gathers pace for a presidential election on January 23.

The opposition centre-right Social Democrats (PSD) at the weekend called on him to resign if, as many investors fear, Portugal is forced to seek an international financial rescue. The ruling Socialists on Monday hit back, accusing the PSD of undermining political stability.

Pedro Passos Coelho, the PSD leader, said Mr Sócrates would be responsible for a "serious political failure" if Portugal had to ask for outside help and would "no longer be in a position to govern".

In a further blow to Mr Sócrates, António Bagão Félix, a respected former finance minister and rightwing politician, said on Monday that it was no longer a question of "if" Portugal would have to turn to the European financial stability facility, the EU bail-out fund, for help, but "when".

The cost to the country of high bond yields was increasing every day, he said. "The situation is unsustainable."

The attack came as Portugal prepared to issue up to €1.25bn ($1.6bn) in government bonds on Wednesday in an auction that investors warn could finally make it clear that Lisbon will have to seek financial assistance from the international community.

European Union official have expressed concern over the potential adverse impact on investors of the heated political rhetoric leading up to the presidential election, in which Aníbal Cavaco Silva, the candidate supported by the PSD, is expected to be re-elected for a second five-year term.

But Mr Passos Coelho, who has given his party a strong lead in national opinion polls, said it was necessary to "turn the page" and elect a new government with better policies to create jobs and stimulate economic growth.

The PSD initially supported the government's deficit-reduction programme, but has grown increasingly critical of Mr Sócrates' handling of the debt crisis, accusing him of "merely pretending" to cut government spending.

The influence of José Manuel Barroso, the president of the EU's executive branch and a former Portuguese prime minister and PSD leader, is thought to have been critical in persuading Mr Passos Coelho to back the government's 2011 budget after weeks of tense negotiations last year.

Aides would not say whether Mr Barroso used his influence during a recent holiday in Portugal to try to discourage the PSD from further attacks on the government that could adversely affect investor sentiment.

President Cavaco Silva, a former prime minister and PSD leader, warned on Monday that nothing should be done to "make the government's life more difficult" as it sought to avoid seeking support from the international community.

"The government has given assurances that it is doing everything possible to prevent Portugal from having to turn to the EFSF," he said at a campaign meeting. Speculating over whether Mr Sócrates would be successful would not be helpful, he added.

The president has the power to dissolve parliament and call an earlier election, although the constitution bars a newly elec­ted president from taking such steps for three months after being sworn in.

 

 

ELPAÍS.com

 11 enero 2011

CRISIS DEL EURO

La presión sobre la deuda española se recrudece pese al apoyo de Japón al euro

  

La deuda española está sufriendo hoy un nuevo correctivo por el temor al contagio de los problemas de Portugal, considerada como la próxima víctima de la crisis. Pese al balón de oxígeno del Banco Central Europeo (BCE) interviniese, que ha vuelto a comprar deuda de los países bajo presión, y el apoyo mostrado esta madrugada por Japón, que ha anunciado que adquirirá el 20% de los bonos que se emitirán para sufragar el rescate a Irlanda, los inversores han vuelto a acelerar esta mañana su salida de los títulos de España. Junto a España, Bélgica, que se muestra incapaz de superar su crisis política para hacer frente a la económica, era el otro país del euro más castigado. En el caso de Portugal, sin embargo, la presión era menor.

 

ver contenido en ELPAÍS.com

© EDICIONES EL PAÍS, S.L.

 

07:30 Isabel Arriaga e Cunha, Bruxelas

Apesar dos desmentidos de várias capitais europeias sobre o recurso de Portugal ao Fundo de Estabilidade do euro e ao FMI, os preparativos para essa eventualidade prosseguem confidencialmente.

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Dialogues - Communauté : Caligrafias Poéticas!
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Mardi 11 janvier 2011 2 11 /01 /Jan /2011 12:28

 

Tramela.de

Auteur des Photos sur cette page: Jesus Fernandes "olhares.com"

 

 

auto reflexo

Portugal:

Conversa entre duas Mulheres !

 Conversation entre deux Femmes!

 

O quê?

 

- Já se sabe. Eu sei evidentemente que o José Sócrates cometeu erros,

como os cometeria qualquer outro das direitas ou, das esquerdas...

Aliás, eu disse-o muitas vezes. O problema é que em Portugal a gestão

managerial é muito piramidal e, cada vez que um gabinete quer falar

com outro, passa o tempo a dizer”o senhor doutor, ou a senhora

doutora”, pois, são incapazes de ser realistas e pragmáticos!

 

- Não estás de acordo?!

Ora bem, naquele País é sempre muito difícil entrar em contacto com qualquer responsável, seja ele empresário ou político. E, quando pedes

a uma secretária : Será que o senhor/a dra. me poderá receber? -a resposta é logo sistemática: “Não, não, neste momento o Senhor/a

dr/a está ocupado/a com várias reuniões”.

Sempre foi assim!

 

- Não exagero, não. Tu não compreendes, pois viés-te de Portugal

muito cedo. Ouvias o que te diziam os teus pais e, eles, pouco sabiam

de Portugal. Vivêram em terras do Douro, fechados a tudo. Nunca se aperçeberam como funcionáva Portugal. Viéram par aqui, só porque

tinham fome e, filhos para alimentar!

 

-Não chores. Isso não te serve para nada. Tu vês Portugal com amor,

um amor que é igual àquele que tens por eles. Eles nunca estudaram,

mas fizéram-te prosseguir os estudos. E, tu ficas pasmada a olhar,

aquele país que não é teu, ou o é, só porque as tuas veias escorrem o

seu sangue!

Para ti, tudo é maravilhoso. Porque só lá vives durante um mês de

férias. E, durante as férias, tudo brilha: o sol e o mar. Mesmo os teus olhos!

 

- Ter primas, ter primas...mas, as tuas primas não te fazem dar a

volta a tudo durante um mês. E, talvez elas mesmas não tenham

subido os problemas ligados ao país, como os pais delas ou, os teus!

De toda a maneira, para compreendêres um País, uma cultura,

tens que lá viver, impregnando-te de tudo: céu, terra e mar. Dos

cheiros, quando pássas em qualquer lado. Porque tudo aquilo que

te contam, se não tivéres vivido, é uma cópia “não conforme”

da vida!

 

- Deixa lá isso. Trabalhas num escritório, tens a nacionalidade

françesa e, vives agarrada a Portugal- como uma lapa colada à

rocha! Como é que te consegues encontrar?!

 

- Está bem. Necessitas de raízes, da terra dos teus avós e, de repôr

raízes. Mas, para isso é preciso tempo: parar, ouvir e escutar. Sentir,

fazer-te uma ideia do mundo que é, e não daquele que tu

imaginas!

 

- Certamente. Mas não basta fazer parte de uma associação para conheçeres bem Portugal. Em geral, elas conhecem a terrinha

através das vidas daqueles que nela participam, com o folclore, o bacalhau como todo o povo português e, o jogo das cartas – tais as tabernas das velhas aldeias. No melhor dos casos através do futebol

e, dos artistas que se apresentam nas suas festas. É tudo!

 

- Eu? Estou sempre a dizer mal de Portugal?!

Não. Vejo-o de longe. Nunca o vi tão bem, como de longe...

Sento-me no meu “poleiro” tal o galo da minha avó, penetro as fronteiras, entro em Portugal com uma visão larga e espaçosa!

Quando estava lá dentro não via nada. Senão o sangue

derramado no chão português. Passava junto de um Mosteiro ou Castelo, como passava à frente de um café (sem me aperceber que

ele tinha sangue mas glória também)! Foi preciso partir para ver.

Foi-me preciso estar longe, para compreender!

 

- E verdade! O povo português tem muitos pontos positivos.

Vem talvez das descobertas marítimas, que deram grandeza

naquele tempo a Portugal. Ou do D. Sebastião, que o povo espera

há séculos!

Depois, chegou a liberdade onde se mostrou a vontade lusíada.

Então, veio o tempo da liberdade e dos sonhos. O tempo das aquisições, um regalo para aqueles que nunca nada tivéram!

Durante décadas houve a emigração do povo para outros países.

Uma vergonha mas, a pouco e pouco o povo reconheçeu que os emigrantes tinham comprado casas, chegavam à terra para passarem férias e, aí, embora invejados subiam um pouco na ideia de um pouco mais de respeito!

 

- O quê? -Mas tu não compreendes nada de economia. Nada !

Durante anos, Portugal viveu à sombra da agricultura e, da pesca.

Depois do 25 de Abril, quando aderiu à Europa abriu-se mais ao comércio mas, chegava o tempo da Europa lhe impôr de diminuir a

pesca e, a agricultura.

Chegou o tempo de criar empresas. De aceitar grandes Grupos

Industriais no seu corpo. De criar ateliers de montagem (como o automóvel) por exemplo. E, com tudo isto lá ía oferecendo trabalho

a muitos.

Porém, chegou a globalizazação ou, mundialização, -como queiras. Algumas empresas voltaram o olhar para outro lado. O tecido

industrial desfazendo-se o desemprego aumentava. Olha, é como

uma roda que não pára!

 

- Não sabes porque é que o FMI vai entrar em Portugal?!

Primeiramente, porque as taxas dos juros da dívida pública não

cessa de aumentar. E, porque Portugal está numa situação

calamitosa. De toda a maneira estes jogos da economia e, da

finança, irão previligiar alguns, isto é, aqueles que têem

interresses em ganhar dinheiro! São os requins da economia.

São os piratas da economia e, da finança moderna!

 

- Dizer mais o quê?! -Ora bem : diz o correio da manhã que o resgate

do FMI vai custar 80 mil milhões. E que Portugal terá que aceitar para evitar o resgate da vizinha Espanha!

Já esta noitinha a “vanguardia.es” informa que a ameaça que corre

para Portugal, foi um golpe para a bolsa espanhola que perdeu hoje

9.500 pontos.

Logo, na situação de hoje direi que: Portugal não tardará a abrir a

porta ao Banco Europeu e, ao FMI! Pois a pressão da Alemanha e da França é enorme e, Portugal não se encontra em situação de poder

viver isolado.

 

- Se é grave? – Olha, tudo dependerá para quem. Aqueles que têem dinheiro poderão viver como sempre. Os que trabalham e, podem continuar, irão sofrer pagamentos a efectuar em todos os sentidos.

No que se refere aos que não trabalham, serão obrigados a fazer não importa o quê, visto que os subsídios são cada vez mais diminuídos.

Os que não estão inscritos no Instituto do Trabalho, talvez tenham

ajudas ou, não! Sabendo que hoje Portugal importa cada vez mais produtos alimentares e, que estes vão aumentar consideràvelmente,

haverá muita fome em Portugal!

 

Meu Deus, já não posso ír para Portugal!

- Olha, podes. Irás de férias...Mas, não esqueças que aqui em França

também iremos pagar...

Rosario Duarte da Costa

Copyright

11/01/2011

 

A vida é um sobe e desce.....

 

 

 

 

 

Vestígios do passado

 

 

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Dialogues
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Lundi 10 janvier 2011 1 10 /01 /Jan /2011 10:39

Fichier:Palacio Belem Lisboa.JPG

www.wikipedia.org

 

09/01/2011

Dossier: Economie...portugaise!

 

Tandis que la Chine veille les marchés du monde, pour pouvoir

acheter dans tous les continents, les marchés s’agitent à l’égard de certains pays, en particulier sur le Portugal et l’Espagne !

 

L’Europe elle a l’œil aussi posé sur eux. C’est ainsi que l’Allemagne

et la France s’empressent à pousser le Portugal vers une demande

d’aide au FMI. Selon le journal allemand Der Spiegel, vu l’état

actuel des marchés toujours négatifs, ils souhaitent que le Portugal demande une aide à la zone euro, afin de résoudre

immédiatement les problèmes de financement. Avec une telle pression, j’ignore quelle sera l’attitude du Président

de la République et de son gouvernement. Le Portugal est à

quinze jours du premier tour des élections Présidentielles et, il se

serait bien gardé d’arriver à une situation de dépendance de

l’Europe et du FMI !

 

Déjà le Portugal a préparé des titres du Trésor (journal o Publico) dont le montant oscillerait de 750 à 1250 millions d’euros.

En plus de cela il a en préparation des Titres de la Dette et, se

prépare à les vendre au Brésil et à la Chine !

Dans ces conditions, le Portugal qui amène déjà l’Espagne avec

lui, (voir les articles qui suivent), est en très mauvais état.

 

Actuellement l’Espagne est le premier pays importateur des

produits Portugais et, les entreprises ont de bonnes relations. Les gouvernements, ont des attitudes un peu divergentes mais, c’est

normal les tableaux des deux pays ne sont pas les mêmes !

 

La spéculation revient en force sur les marchés, l’Espagne a la

crainte que le Portugal tombe sous la coupole de l’Europe et

du FMI –comme ce fut le cas pour la Grèce puis, l’Irlande et,

qu’elle-même subisse une situation identique !

 

La campagne Présidentielle portugaise n’est donc pas gagnée

pour Cavaco Silva lors des élections du 23/01/2011, qui crie sur

les toits aux portugais pour qu’ils votent tous pour lui dès le

premier tour.

Le Président affirme à « correio da manhã - être un ouvrier

de la concertation sociale -, tenant un rôle jamais tenu par un

autre président avant lui, je me permets de vous dire –tout

d’abord- que c’est le rôle de tout capitaine de navire et, en plus,

les problèmes du Portugal d’aujourd’hui ne sont pas les mêmes

que ceux d’hier !

Pour un ouvrier de ce type, il est fort étonnant que monsieur

C.S. ne cesse de taper sur ses concurrents et, tout particilèrement

sur Manuel Alegre !

Toujours « très rassuré », celui-ci dit dans le Journal « o publico »,

ne pas croire que le FMI entre dans son pays, alors que tous les

journaux portugais et/ou étrangers en parlent.

 

Tandis que Cavaco fait un appel à la jeunesse pour qu’elle vote

pour lui, le PSD et Monsieur Paulo Portas responsable du CDS portugais, demande des élections anticipées si le FMI

s’installe dans l’économie du pays !

Ce qui me surprend, est le fait que toute la gauche portugaise ne

s’installe pas de suite derrière Manuel Alegre, afin d’empêcher

que le Président actuel, revienne en force !

 

Et, pendant que Portugal est dans une boue totale, on apprend le

décès d’un des ré majeur de la Révolution « le capitaine Victor

Alves » qui a participé activement au tournant du Portugal vers la démocratie.

 

En conclusion : Le Portugal va mal. Son président veut jouer de l’harmonica mais, il lui  manque d’une part la sensibilité musicale

et, d’autre part, la maestria de l’instrument !

Ce qui m’effraie un peu est, « l’état d’esprit du peuple portugais »

face à cette situation, et je crains que, par peur démesurée, il

s’accroche à un Président fétiche !

Je termine par ces mots : après la révolution des œillets contre la dictature et la misère, après trente cinq ans de tissage pour la démocratie, il semblerait que le peuple ait oublié et se laisse porter

par la facilité. Sans faire de comparaison avec le Président actuel, je

viens vous dire ceci : C’est ainsi qu’Hitler fut porté au pouvoir !

Rosario Duarte da Costa

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06/01/2011

ELPAÍS.com 

  10 enero 2011

Portugal pone a prueba la solvencia de su deuda ante los mercados

  

Portugal entra en una semana que los analistas consideran crucial, después del calvario vivido los últimos días por el duro castigo que los mercados aplicaron a los bonos lusos, y las intensas especulaciones sobre la necesidad de un rescate financiero. La esquizofrenia de los operadores financieros ha convertido en una prueba de fuego la subasta de títulos de deuda a cinco y 10 años del próximo miércoles, la primera del año que convoca Portugal.

ver contenido en ELPAÍS.com

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Portugal resiste frente a la desconfianza

Sócrates rechaza la necesidad de un rescate ante los rumores de que se verá abocado al auxilio - Lisboa se aferra al cumplimiento del objetivo de déficit

FRANCESC RELEA - Lisboa - 09/01/2011
  
Portugal está en el punto de mira de los mercados . De poco sirve que el Gobierno difunda en todo foro a su alcance que está haciendo los deberes. Que el primer ministro, José Sócrates (socialista), reitere en el Parlamento que el país ha cumplido el objetivo comprometido ante Bruselas de reducir el déficit en 2010 del 9,3% al 7,3% del PIB; o que el crecimiento económico del año pasado oscilara entre 1,3% y el 1,4% (el doble de la previsión del Gobierno) es poco menos que papel mojado para los inversores, que no se fían de Portugal.
 
Lo ocurrido el viernes pasado es la mejor ilustración de esta tremenda desconfianza. En su primera comparecencia del año ante el pleno de la Asamblea de la República, Sócrates reiteraba los logros de su Gobierno, que despidió el año con la aprobación de un drástico plan de ajuste: en 2010, los ingresos fiscales fueron superiores a lo esperado, el gasto del Estado será inferior a lo esperado, el balance presupuestario estará dentro de los objetivos del Gobierno, y las exportaciones fuera de las fronteras europeas crecieron un 25%.
Este mismo viernes, los bonos portugueses a 10 años llegaron a intercambiarse en el mercado secundario al 7,29%, muy cerca del récord del 7,35% registrado el 11 de noviembre, cuando todavía no se habían aprobado los presupuestos de 2011.
 
La realidad indica que la mirada de los mercados está mucho más centrada en la acuciante necesidad de financiación de Portugal -unos 20.000 millones de euros este año- para el pago de su deuda, que en el cumplimiento de los compromisos de rebajar el déficit público.
La última embestida de los mercados contra Portugal coincide con las negras premoniciones de algunos medios de comunicación y analistas. Según la edición del semanario alemán Der Spiegel, que sale a la calle mañana, los Gobiernos alemán y francés quieren forzar a Portugal a pedir ayuda financiera de la Unión Europea, siguiendo los pasos de Grecia e Irlanda. La revista, que no cita ninguna fuente concreta, señala que "expertos gubernamentales" de Berlín y París creen que Portugal está al límite de su capacidad para obtener financiación de los mercados, por lo que deberá solicitar rápidamente el rescate de la UE para evitar el contagio a la vecina España y a Bélgica.
 
Der Spiegel da cuenta de una reunión el viernes pasado en Estrasburgo del ministro alemán de Finanzas, Wolfgang Schäuble, y su homóloga francesa, Christine Lagarde, en la que habrían hablado de Portugal y de las dificultades para convencer al Gobierno luso de la necesidad de pedir el rescate, ya que Portugal tiene piezas importantes en puestos clave, como el vicepresidente del Banco Central Europeo, Vítor Constâncio, y el presidente de la Comisión Europea, José Manuel Durão Barroso.
 
El jefe de Gobierno portugués, Sócrates, replicó ayer mismo al semanario alemán al rechazar de plano que su país tenga intención de solicitar ayuda financiera externa. "Portugal hace lo que tiene que hacer y así continuará", afirmó el primer ministro, que subrayó que la mejor "señal de confianza" que puede enviar a los mercados es que el país ha cumplido la meta presupuestaria de 2010, de reducir el déficit al 7,3% del PIB.
 
Ante las crecientes dificultades de obtener financiación a precio razonable en los mercados, el Ministerio portugués de Finanzas ha anunciado una operación de venta directa de deuda pública, cuyo destinatario será, probablemente, China. En la visita realizada a Portugal el mes pasado, el presidente chino, Hu Jintao, apoyó los esfuerzos de Portugal para luchar contra la crisis, y expresó su disposición a comprar deuda soberana lusa. El ministro de Finanzas Teixeira dos Santos viajó a Pekín a finales de año con el objetivo de concretar una eventual financiación de China a Portugal.
 
En este escenario, una delegación del Parlamento Europeo llegará a Lisboa el martes próximo para analizar la situación portuguesa. Nueve eurodiputados de la Comisión Especial sobre la Crisis Financiera, Económica y Social se reunirán con el ministro de Finanzas, el gobernador del Banco de Portugal, los responsables de las principales entidades de crédito, así como representantes de organizaciones empresariales y sindicatos, y miembros de comisiones parlamentarias.
La delegación, que preside el alemán Wolf Klinz, elaborará un informe que será votado en sesión plenaria por el Parlamento Europeo. Después de Portugal, los eurodiputados viajarán a España.

Escándalo en plena campaña electoral

La nueva tormenta financiera que se abate sobre Portugal coincide con el enrarecimiento de la campaña electoral para las presidenciales del próximo 23 de enero, que ha puesto al presidente y candidato Aníbal Cavaco Silva (conservador) en la picota. Una pésima señal para tranquilizar a los mercados. El asunto tiene que ver con el Banco Portugués de Negócios (BPN), nacionalizado por el Gobierno en octubre de 2008, a raíz de un escándalo de grandes proporciones que dejó un agujero de 2.000 millones de euros.
"Cavaco compró acciones a precio de saldo", titulaba ayer en portada el semanario Expresso, referente de la prensa portuguesa y nada sospechoso de anticavaquismo. El hecho es que Cavaco Silva, del conservador Partido Social Demócrata (PSD), pagó en 2001 un precio especial de un euro por las 105.378 acciones que compró de la Sociedade Lusa de Negócios, propietaria en aquella época del BPN. Era un precio muy por debajo del que pagaron otros accionistas, entre 1,8 y 2,2 euros. Sólo hubo cuatro accionistas especiales, entre ellos el ex presidente del grupo, José Oliveira Costa, procesado por delitos de abuso de confianza, fraude, falsificación de documentos, infidelidad, lavado de capitales, fraude fiscal y adquisición ilícita de acciones. Oliveira Costa fue secretario de Estado en uno de los gobiernos que encabezó Cavaco Silva.
Aparentemente, el actual presidente y candidato que en 2001 no ocupaba ningún cargo público (había dejado de ser primer ministro en 1995) tuvo un derecho preferencial en la compra de aquellas acciones, que vendió posteriormente por 2,4 euros, con lo que obtuvo una plusvalía de 147.500 euros. Curiosamente, el asunto ha estallado a partir de una acusación de Cavaco contra la actual administración del BPN, que detenta actualmente la Caixa Geral de Depósitos, el primer banco público de Portugal. Fue en el debate televisado del pasado 29 de diciembre entre Cavaco y Manuel Alegre, candidato del Partido Socialista a quien apoya también el Bloco de Esquerda.
La agresividad que le faltó ante las cámaras, la tuvo dos días después Alegre en una contundente declaración contra Cavaco, a quien acusó de contemporizar con "amigos y colaboradores políticos que son los verdaderos responsables del escándalo financiero del BPN". El día siguiente, el candidato socialista, con nuevos datos, lanzó el dardo más dañino contra Cavaco: la compraventa de acciones del BPN a precio preferencial.
El banco nacionalizado por el Gobierno para evitar la quiebra registraba en septiembre de 2010 (dos años después de la intervención) pérdidas de 42,2 millones de euros. La entidad tiene una insuficiencia de capitales propios de 2.000 millones de euros y la necesidad de provisiones por desajustes de crédito asciende a 1.800 millones de euros.
 

Portugal pone a prueba la solvencia de su deuda ante los mercados

Lisboa venderá bonos en subasta pública esta semana pero busca alternativas.- España también afronta el jueves su primer examen del año con la emisión de bonos a cinco años

FRANCESC RELEA / ANDREU MISSÉ - Lisboa / Bruselas - 10/01/2011
 
Portugal entra en una semana que los analistas consideran crucial, después del calvario vivido los últimos días por el duro castigo que los mercados aplicaron a los bonos lusos, y las intensas especulaciones sobre la necesidad de un rescate financiero.
 
Portugal entra en una semana que los analistas consideran crucial, después del calvario vivido los últimos días por el duro castigo que los mercados aplicaron a los bonos lusos, y las intensas especulaciones sobre la necesidad de un rescate financiero. La esquizofrenia de los operadores financieros ha convertido en una prueba de fuego la subasta de títulos de deuda a cinco y 10 años del próximo miércoles, la primera del año que convoca Portugal.
 
Las miradas de analistas e inversores están concentradas en el resultado de la operación, en la que el Gobierno espera obtener entre 750 y 1.250 millones que necesita imperiosamente para financiar el pago de la deuda. Será un examen de los niveles de confianza que genera el país en los mercados, y que servirá para acallar o alimentar las voces que reclaman la intervención exterior, de la Unión Europea y el Fondo Monetario Internacional (FMI), para poner en orden las finanzas lusas.
 
En la mente de todos está el pésimo comportamiento la semana pasada de las obligaciones del Tesoro portugués en el mercado secundario, que alcanzaron tipos del 7,29%, muy próximo al máximo desde el nacimiento del euro.
 
España, muy castigada en el mercado por las apuestas contra la deuda portuguesa, también afronta esta semana su primer examen. El jueves realizará la primera subasta de deuda de 2011, bonos a cinco años, por un volumen por determinar. La prueba de fuego de su credibilidad será el tipo de interés que tenga que pagar para captar los fondos. Además del examen de los mercados, ambos países recibirán -Portugal el martes y España el jueves- una delegación de nueve eurodiputados de la comisión sobre crisis financiera, económica y social.
 
La emisión de España coincide con la que prepara Italia ese día. Y el 11 será Grecia quien emita letras a seis meses con los que espera obtener 1.500 millones.
 
La cita con los inversores se da tras un fin de semana de rumores sobre un eventual rescate de Portugal. El Gobierno del socialista José Sócrates reitera que está haciendo los deberes y desmiente las informaciones publicadas por Der Spiegel sobre supuestas presiones de Alemania y Francia para que Portugal acepte un plan de rescate. Y el Gobierno alemán lo desmintió ayer a Reuters: "Alemania no está presionando a nadie para que acepte un rescate".
 
Pero las especulaciones no dan tregua. Reuters, citando una fuente sin identificar, aseguró ayer que "Francia y Alemania, habían indicado en el contexto del Euro grupo que Portugal debería pedir ayuda más pronto que tarde". La fuente mencionaba que la cuantía oscilaría "entre 50.000 y 100.000 millones", admitiendo que se "trataba de una improvisación, porque no conocemos las necesidades del sector bancario luso".
 
En 2011, Portugal deberá obtener del mercado 32.000 millones de los que 17.000 corresponden a nuevas emisiones; 10.000 a amortizaciones y 5.000 al pago de cupones. Las amortizaciones de deuda están previstas para abril (4.500 millones) y junio (5.000). Se trata de una cuantía inferior a la de Bélgica que deberá encontrar financiación para 80.000 millones.
 
Según las últimas previsiones de la Comisión, Portugal cerró el pasado año con un nivel de deuda del 82%, por debajo del 84% del conjunto de la zona euro.
 
En su batalla contra los elementos, el Gobierno busca caminos alternativos para sortear la presión de los mercados. El diario Público informaba ayer que el Ministerio de Finanzas explora la posibilidad de ventas directas y previamente garantizadas de bonos de deuda, con el objetivo de evitar, aunque sea parcialmente, la necesidad de recurrir a subastas que corren el riesgo de no encontrar la demanda necesaria.
 
Fuentes gubernamentales confirmaron la realización en los últimos días de una colocación privada de deuda en el marco del programa de títulos de medio plazo previstos por Finanzas. La agencia Bloomberg cifra esta venta de títulos, organizada por Deutsche Bank, en 1.000 millones a dos años y medio. En estas operaciones podría intervenir China, cuyos líderes han prometido alguna ayuda financiera a Portugal, igual que hicieron la semana pasada con España.
 
La semana que comienza también levanta el telón de la campaña a las elecciones presidenciales del 23 de enero, que empezó oficialmente ayer.
 
Las noticias publicadas por medios de comunicación europeos sobre los rumores de un rescate financiero apenas han tenido éxito en los actos de campaña. Quien sí ha hablado es Pedro Passos Coelho, líder del conservador Partido Social Demócrata (PSD), que es la principal fuerza de la oposición. En una entrevista publicada ayer, dijo que si el país se viera obligado a recurrir a ayuda externa, habría que convocar elecciones anticipadas.

Semana de exámenes

- 11 de enero. Grecia espera obtener 1.500 millones con la emisión de letras a seis meses.
 
- 12 de enero. Portugal emitirá bonos a cinco y 10 años por los que espera obtener entre 750 y 1.250 millones de euros.
 
- 13 de enero. El Tesoro español realizará la subasta de bonos a cinco años, la primera del ejercicio, y la primera también desde que China confirmara su intención de seguir comprando deuda soberana española. Ese mismo día, también Italia prepara una emisión a medio y largo plazo.
 
EDITORIAL . Sin tregua

Los mercados desconfían de Portugal y España pese a su compromiso de reducción del déficit

 10/01/2011
 
Apenas han concedido unos días de tregua los mercados de deuda pública de la eurozona. Las dudas sobre la capacidad del Tesoro portugués para hacer frente en condiciones razonables a la renovación de vencimientos próximos de su deuda pública o la consulta abierta por la Comisión Europea acerca de un nuevo procedimiento de gestión de crisis bancarias, pueden ser los determinantes más inmediatos de las nuevas tensiones. Poco parece importar el probable cumplimiento de los objetivos de reducción del déficit asumidos por las autoridades lusas. La consulta técnica de la Comisión Europea, que supondría la exigencia a los inversores privados de asunción de pérdidas en las crisis bancarias, tampoco constituye razón suficiente para explicar esos repuntes de los tipos de interés de los bonos públicos portugueses.
 
Lo que parece estar pesando en las adversas expectativas sobre las economías periféricas de la eurozona es la vulnerabilidad de los sistemas bancarios. Es, desde luego, el caso de España. Si Portugal se ve obligada a recurrir al fondo de rescate europeo, la atención de los operadores financieros se centrará en la sostenibilidad de la deuda española. El volumen de deuda pública española es relativamente reducido, pero es la presunción de que la deuda privada será difícil de sostener en ausencia de crecimiento económico suficiente la que condiciona esas expectativas. La permeabilidad entre insolvencias privadas y aumento de la deuda pública no es una mera hipótesis.
 
Poco parece importar que el conjunto del sistema bancario español exhiba recursos propios superiores al promedio europeo. Los temores acerca de su completa viabilidad, o de la suficiencia de algunas operaciones de integración de cajas, son un hecho. Por eso es urgente que el Banco de España, en lugar de declaraciones genéricas, ofrezca detalles de las posiciones en activos de mayor riesgo de las entidades de crédito bajo su supervisión y en aquellas con la solvencia amenazada haga valer su criterio estrictamente técnico.
 
La tercera razón por la que los mercados de deuda pública de la eurozona siguen siendo vulnerables es la ausencia de una capacidad de gestión coordinada. Aunque necesario, no es suficiente con que el Banco Central Europeo intervenga en los mercados comprando bonos de los países amenazados. La transición hacia una verdadera unión fiscal sería la única forma de garantizar la supervivencia de la unión monetaria tal cual hoy la conocemos.
 

 

LA VANGUARDIA,  09/01/2011

El rey Sebastián no quiere volver

A menos de cien kilómetros de Castilla, en Covilhã, Portugal experimentó la revolución industrial

ENRIC JULIANA 

 

Como la mayoría de las ciudades portuguesas del interior, Covilhã se sienta en una loma. Su casco antiguo está en lo alto, vigilando que los almohades no crucen el río Tajo y que los castellanos se queden quietos en Ciudad Rodrigo. La tensión interior la mantenía erguida. Cuando esa tensión subió a bordo de una carabela, circunvaló el globo y fundó un imperio de navegantes, cartógrafos y comerciantes de sedas y especies –más que de recios conquistadores tierra adentro–, la más laboriosa ciudad de la Beira portuguesa comenzó a deslizarse por la loma.
 
Covilhã fue desparramándose ladera abajo y con la fuerza hidráulica de la sierra de Estrella logró convertirse en emporio textil. La revolución industrial pasó por Covilhã y la llenó de fábricas, a menos de cien kilómetros de las dehesas de Salamanca y Extremadura; de la inmovilidad agraria del Oeste español.
 
Portugal funciona con otra lógica. Fernando Pessoa decía que una nación es un mundo en sí mismo. Un idioma. Una geografía. Una historia. Y una demografía. Una casa para el alma, unos lindes y un determinado número de gente dispuesto a compartir ese lugar en el mundo. Después de Ciudad Rodrigo, el paisaje cambia. La infinitud de la meseta se detiene y el ocre invernal de los campos se oscurece a medida que van apareciendo las serranías: sol y niebla, sol y niebla; laderas con todos los marrones y rojos del invierno, y depósitos de algodón en el fondo de los valles: la niebla de la que un día regresará el rey Sebastián para devolver el buen gobierno.
 
Había que visitar Covilhã, donde vive y trabaja Gabriel Magalhães, buen amigo. Hijo de un geólogo que recorrió toda la Península después del servicio militar en Angola, Magalhães se crió en el País Vasco, en Zarautz y en la periferia de Bilbao. Conoce, por tanto, todos los matices del verde y todas las fibras minerales del carácter vasco. Sabe por qué razón algunos de sus compañeros de escuela de apellido castellano acabaron siendo más radicales que los abertzales de caserío. Después estudió literatura en Salamanca. Y tuvo noticia de Castilla. Conoció la grandeza de su paisaje y ese dispositivo psicológico que coloca tantas veces el carácter castellano a la defensiva. Cuanto más ancho es el horizonte, cuanto más puede volar la imaginación, mayor deseo de reserva, de contención y de control. Cuanta más infinitud, más temor de que una oveja escape del rebaño. En Salamanca, el hijo del geólogo aprendió a ser portugués. Y en Alba de Tormes intuyó que había un puente invisible entre la mística castellana –el Uno– y la metafísica del poeta Pessoa –el Uno que es varios–.
 
Magalhães es profesor de Literatura Comparada en la Universidad de Beira Interior, escribe una vez al mes en La Vanguardia y acaba de publicar su segunda novela, Planície de espelhos (Planicie de espejos), que gira alrededor de un suceso real en una carretera del Alentejo. De noche, un coche se cruza con un joven que hace autostop con un libro voluminoso apretado en el pecho. El coche no se detiene y pasados unos kilómetros, se vuelve a encontrar con el mismo joven haciendo boléia (autostop en portugués). Cabe una explicación racional a ese juego de espejos: otro automóvil ha recogido al joven, ofreciéndole la posibilidad de llevarlo hasta el próximo cruce, donde quizás tenga más suerte. El joven acepta. El segundo coche acelera, adelanta al primero y deja al autostopista convertido en un fantasma ante los ojos del sorprendido conductor que no lo quiso recoger.
 
La velocidad construye espejos inquietantes. Y el alma portuguesa siente una irrenunciable fascinación por todo lo que puede estar en varios sitios a la vez. El rey Sebastián I, que murió y desapareció en la batalla de Alcazarquivir (1578) –fallido intento de colonizar el norte de Marruecos–, y que un día regresará de entre la niebla para reponer el buen gobierno. Pessoa, sebastianista convencido, que fue uno y muchos a la vez (Bernardo Soares, Álvaro de Campos, Ricardo Reis, Alberto Caeiro...). El dictador Oliveira Salazar, que creó una doble realidad: austeridad espartana y servil en la metrópoli, inversiones fuertes en Angola y Mozambique para retener el imperio. El Portugal de la revolución de 1974, entre el prusianismo comunista de los jóvenes oficiales y el riesgo de intervención militar norteamericana (Kissinger ya lo tenía decidido). El Portugal de después de la revolución, un desarrollismo europeo tutelado por alemanes y franceses, sin burbuja inmobiliaria, pero con mucha dependencia de la inversión exterior. El Portugal de ayer mismo, entre el empuje desbordante de la España inmobiliaria y el retorno a Brasil y África. Y el Portugal de hoy, primer trimestre del 2011, entre el fatalismo ante los severos dictados del Directorio Europeo y el rebrote del orgullo nacional.
 
Magalhães me muestra las viejas fábricas de Covilhã, transformadas en facultades y residencias universitarias: “Fíjese bien, es extraordinario; las fábricas desaparecieron –sólo ha quedado una– y Covilhã se convirtió en una ciudad humanista. Es tan asombrosamente europeo que temo estar viviendo en el interior de una pompa de jabón”.
 

 

Voici un mail reçu d'un ami. En fait, je le remercie de m'avoir signalé deux erreurs

que j'avais commises au sujet de Monsieur Portas d'une part, et de Monsieur Vitor

Alves que j'ai signalé en tant que V.S.

Tou cala est du à ma façon de faire des tours toujours à 360°! Je m'en excuse!

 

Acabo de ler o artigo de hoje no Caligrafias, e digo que é agradavel constatar que

hà uma convergência de analise sobre a situação em Ptgal.
O problema que se põe com a democracia "réellement existante" (comme on disait

du "socialisme à l'est) é que, estruturalmente o que se pronuncia nas urnas não é propriamente a vontade do povo ( se ela existe, e pode ser formalizada...), mas

um produto elaborado pelo sistema que é a "Opinião", que se constroi

pacientemente, com a despolitização organizada (desencorajamento vis a vis

dos empenhos politicos, principalmente " a risco") e com a acção da educação e dos médias de massa par a parte da população susceptivel de "tomar posição".
Mas a alternativa nunca està completamente fechada .... convém pelo menos ter a esperança!
(desculpa desta analise ultra-sintetizada)
No artigo hà dois erros : Paulo Portas é dirigente do CDS e não do PSD. E o major

do MFA que faleceu é Vitor Alves e não Vitor Silva;
Um abraço.

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Dialogues - Communauté : Caligrafias Poéticas!
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Lundi 10 janvier 2011 1 10 /01 /Jan /2011 10:09

 

 

 

Parc de Belleville

 

 

Un des mes amis et son épouse, m'ont adressé une très belle image

du Parc de Belleville à Paris sous la neige. Malgré mes efforts, je

n'arrive pas à coller la photo sur cette page.

Cependant, voici en bas de texte, les mots qu'ils avaient écrit:

Je tiens à les remercier vivement. La Paix viendra-t-elle et, à quel

prix?!

La nature passe son temps à regarder passer notre caravane et, elle

se dit: Malgré les siècles, l'être humain n'a pas changé. Il commet

toujours les mêmes erreurs 

Rosario Duarte da Costa

Copyright

10/01/2011

 

NOS MEILLEURS VŒUX POUR

2011

 

 Paris, Parc de Belleville, décembre 2010

 

 

La neige couvre ce qui existe et transforme le réel à notre regard.

Les prodiges de la technique se plient aux volontés de la nature.

On retrouve en marchant les traces de l’homme à pied, des oiseaux,

des chiens ….

Souhaitons un monde en paix respectant la vie de chacun et chacune.

 

A neve cobre o que existe e transforma o real sob os nossos olhos

Os prodígios da técnica são levados a adaptarem-se às vontades da

natureza

Marchando, encontram-se as pégadas do homem, das aves, dos cães …

Esperemos num mundo de paz que respeite a vida de cada um e de

cada uma.

 

De sneeuw bedekt al wat is en verandert de werkelijkheid in onze ogen.

De wonderen van de techniek zwichten voor de wil van de natuur.

We volgen, lopend, de sporen van mensen te voet, van vogels, honden…..

AC § I

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : mots! - Communauté : Caligrafias Poéticas!
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Lundi 10 janvier 2011 1 10 /01 /Jan /2011 09:33

Mulheres Kabila, Argelia

Auteur: samya mateus"olhares.com"

   

 ... People - Tunis - Tunisia.jpg

 

www.wikimedia.com

 

Chers lecteurs et amis!

 

Ce Blog est un lien littéraire et poétique. Il a comme objctif de

partager avec vous mes textes mais, surtout, ceux issus des

littératures hispaniques, lusophones et francophones.

Cependant, il participe aussi aux évenements tels que "le manque

de liberté d'expression", l'atteinte aux Droits de l'Homme

dans le monde et tous ces problèmes qui sont atteinte à la dignité humaine!

 

Voyez-vous, il y a peu de temps encore je soulignais les difficultés d'expression en Iran. Nous avions souligné -le cas Sakineh, ainsi

que celui d'autres prisonniers politiques dans ce Pays!

 

Il y a encore peu de temps j'avais inscrit sur mes pages, des articles

relatifs au Sahara Occidental. Nous savons les pressions exerçées

sur le peuple de cette région!

 

Suite à la crise économique et financière européenne, je

souligne ce qui se passa dans nos pays car, le peuple européen ira

payer cher les erreurs des comptables du monde.

 

Aujourd'hui, je ne puis laisser passer ce qui se passa en Algérie.

Un peuple qui hurle contra la hausse des prix et le chômage, dont le gouvernement tente de faire taire, en lui proposant quelques miettes

à peine!

 

On ne peut pas se taire non plus contre ce qui se passe en Tunisie.

Ce beau pays qui ne cessse de faire la pub pour les touristes étrangers.

La Tunisie est un lieu où le droit d'expression n'existe pas ou

plus. Peut-on se taire contre l'agressivité des policiers -agents de

l'état-, contre les populations civiles  blessées ou disparues?!

Personnellement je ne puis me taire car, une population qui veut vivre: manger, étudier, travailler, communiquer avec les autres est un peuple digne.

 

C'est pourquoi, je souhaite manifester ma sympathie et ma solidarité

avec lse peuples soulignés.

Rosario Duarte da Costa

Copyright

11/01/2011

 

old door tunisia africa sidi ...

 
Source: http://www.lightstalkers.org/images/show/320491

 

 

Education In Tunisia - NO ...

: http://www.nomarmiteintunisia.co.uk/educationintunisia.htm

 

 

 

 

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Dialogues - Communauté : Caligrafias Poéticas!
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Samedi 8 janvier 2011 6 08 /01 /Jan /2011 10:19

 

 

 

 

Lettre Ouverte à Monsieur Cavaco Silva -actuel Président du Portugal et recandidat à sa fonction!

 

 

Monsieur le Président:

 

Je me permets e vous souhaiter une Bonne Année en Famille, tout

en souhaitant que vous ne puissez pas atteindre le fauteuil du poste

que vous avez actuellement, c'est à dire celui de Président le la

République Portugaise!

 

Depuis quelque années déjà, nous savons tous ce que vous avez fait,

mais surtout ce que vous n'avez jamais fait pour le peuple portugais!

 

De loin, je m'insurge contre votre façon de faire depuis  des années,

en criant fort tout ce que vous aviez promis de faire dans le futur et

que vous n'avez jamais réalisé car, après chaque éléction vous êtes

sûr d'être assis sur le fauteuil du poste donc, les promesses pourront

ne pas être tenues!

 

Monsieur le Président, vous accusez toujours "les autres" alors que

vous même avez les guidons de la gestion du pays. Le Portugal a

perdu en compétitivité. Il a perdu des postes et des postes de travail. Aujourd'hui 600 000 personnes sont sans emploi, sans compter

ceux qui n'ont jamais travaillé (comme certains jeunes des banlieux

-non scolarisés, non placés à un poste de travail).

 

Aujourd'hui des sans abris vivent dans la rue dans notre Pays. Or,

il ne suffit pas -à mon avis- de participer à un mariage d'un couple

sans abri au sein d'une association (à la veille des éléctions

présidentielles) pour dire que vous avez le coeur tourné vers eux!

De même, qu'avez-vous fait pour aider le gouvernement à s'occuper

de tout ce qui est sécurité?!

 

- Aujourd'hui, le Portugal est victime d'une multitude de gangs venus

de nulle part et qu'agissent de partout. Si, je suis contre un état ultra sécuritaire, je suis aussi contre l'insécurité dans un Pays Touristique

qui est le mien!

 

Je vous demande Monsieur le Président qu'avez-vous fait pour les

migrants portugais éparpillés dans le monde?!

Croyez-moi monsieur le Président je ne suis pas concernnée personnellement car, je ne dois rien à aucun gouvernernement de

mon pays, alors qu'ils m'ont volé dix ans de retraite et de retraite

complémentaire quand je travaillais en tant qu'Enseignante de

Portugais en France justifiée par le Rectorat de Lyon!

 

Je m'insurge aussi, contre cette façon que vous avez de vous rendre

à Alentejo, seulement pour pouvoir récupérer quelques votes. Tout

le monde peut effectue un "Roteiro", déguster la gastronomie et les

vins. Cependant, l'Alentejo vit par la volonté de tous ceux qui

travaillent pour lui donner de l'animation et de la vie. Les autres

attendent les après midi sur leurs pas de porte!

 

J'apprécie particulièrement des gens comme Madame Joana

Amaral Dias professeure d'Université et je tiens à souligner une

partie de  l'article qui suit cette lettre qui dit ceci:

 

"O cidadão Cavaco Silva comprou e vendeu acções da SLN (sem

cotação na bolsa, logo, por contrato) a uma empresa dirigida pelo

círculo político da sua criação"

 

Est-ce une bonne forme d'agir pour un Président?!

Monsieur le Président: je n'occupe aucun poste politique. Je n'ai

aucun intêret personnel à vous renverser. Mais, en tant que citoyenne

issue de notre Pays, en tant qu'être humain ayant vécu en période de

fascisme portugais, je trouve que vous ne possédez pas le charisme,

ni l'humanité pour la gestion du Portugal!

 

Veuillez accepter, Monsieur le Président l'expression de ma

considération distinguée.

Rosario Duarte da Costa

 Copyright

08/01/2011

 

 

Cavaco Silva

 

 

O candidato presidencial Cavaco Silva pediu hoje pela primeira vez uma vitória à primeira volta, sublinhando que "tudo tem que ficar resolvido no próximo dia 23".
"Peço a vossa ajuda, em nome de Portugal, no esclarecimento que é necessário para que ninguém fique em casa. Temos que decidir e rapidamente, não podemos adiar a decisão, Portugal não aguenta com mais adiamentos, tudo tem que ficar resolvido no próximo dia 23, as coisas são demasiado importantes", afirmou Cavaco Silva, num jantar-comício em Évora.
Falando perante uma plateia de alentejanos, Cavaco Silva não deixou de lembrar a altura em que esteve na região, no âmbito do Roteiro para a Inclusão Social, reclamando para si o facto de ter chamado a atenção para as desigualdades sociais no nosso país.

"Fui eu, não foram outros a procurar mobilizar os portugueses e a chamar a atenção dos agentes políticos para as desigualdades sociais do nosso país, para os desequilíbrios no desenvolvimento regional, para as situações de pobreza que existem em Portugal, não foram outros que gastam muitas palavras a falar de solidariedade, mas que na prática fazem zero", declarou.

Em resposta implícita àqueles que o acusaram de ter sido pouco interventivo enquanto Presidente da República, Cavaco Silva prometeu ser mais ativo, porque "a situação crítica que a Portugal vive hoje é diferente do passado", é "é mais difícil" e "muito mais exigente".

"Eu não deixarei de exercer a minha magistratura ativa com mais atenção, mais persistência, maior força e determinação do que exerci no passado", prometeu.

 

www.ionline.pt

Vol d'Armes lourdes por des militaires portugais!

E ao quinto dia, a porta do quartel da Carregueira abriu-se. Ontem, os cerca de 350 militares, impedidos de sair do Centro de Tropas Comandos desde segunda-feira, puderam regressar à sua actividade normal. Durante toda a semana, a Polícia Judiciária Militar investigou o desparecimento de dez armas de guerra. A fase de inquérito do processo chegou ao fim e permitiu apurar como ocorreu o roubo, segundo um comunicado do Exército Português.

Assim, deixa "de haver necessidade de manter os militares na unidade", podendo estes retomar "a sua actividade normal".

Apesar de o Centro de Tropas Comandos, situado em Belas, Sintra, ter retomado a sua actividade normal, a investigação não foi dada como terminada e, mediante os seus resultados, poderá dar origem a processos disciplinares aos militares que possam ter estado envolvidos.

Na nota, assinada pelo porta--voz do Exército Português, Hélder António da Silva Perdigão, pode ler-se que "as investigações vão prosseguir, no sentido do total esclarecimento da situação, dando origem aos processos subsequentes que se revelarem adequados", acrescenta.

Dez armas desaparecidas Do quartel da Carregueira desapareceram, durante o período de Natal, dez armas de guerra que poderão, por esta altura, estar já a ser comercializadas no mercado negro. Como o i escrevia na sua edição de ontem, a data escolhida para o roubo não terá sido por acaso, já que durante o período de Natal uma boa parte dos militares estaria a gozar uns dias de férias.

Por outro lado, todos os indícios apontam para um crime cometido por alguém de dentro. A arrecadação onde estão guardadas as armas de guerra é um lugar de acesso restrito e muito vigiado. Para além disso, são poucos os militares que podem atravessar as portas blindadas que a protegem, e os códigos de acesso e a desactivação do alarme são conhecidos apenas pelos mais graduados. Mesmo assim, entre 23 de Dezembro e a passada segunda-feira, alguém furou o sistema de segurança, conseguindo levar um conjunto de armas de guerra, entre metralhadoras e pistolas.

 

www.correiodamanha.pt

 

Pensar Alto

Acções e palavras

O cidadão Cavaco Silva comprou e vendeu acções da SLN (sem cotação na bolsa, logo, por contrato) a uma empresa dirigida pelo círculo político da sua criação.

Por:Joana Amaral Dias, Docente Universitária

 

 

Tão próximo que, já Presidente, nomeou Dias Loureiro conselheiro de Estado e fez a sua defesa pública. Com esse negócio, rapidamente lucrou mais do que o BPN ganhou nesse ano. Aliás, as vantagens de Cavaco (140%), somadas a muitas outras mercancias, sepultaram o banco e são agora ferozes prejuízos para o país.

Com os contactos que tinha no BPN, como accionista e magnificente economista, é difícil crer no candor de Cavaco. Além disso, sem dúvidas, promulgou a nacionalização do banco (excluindo a SLN) e incluiu nesta comissão de honra (!) vários desses correligionários. Cavaco bem pode persistir no acto de "remediado e honesto".

Não está em causa o miolo do seu colchão. Mas a sua transparência. Só garantida pela divulgação do dito contrato. O BPN não devia consumir estas presidenciais. Se o fizer, a responsabilidade é do candidato. Porque teima em nada esclarecer. Porque sobre outros temas também nada esclareceria, valendo-se do dom para falar sem nada dizer ou ficar calado. Mas, desta vez, os seus gongóricos tabus podem sair-lhe caros. E hipervalorizar a questão. Para aí em 140%.

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Dialogues
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Samedi 8 janvier 2011 6 08 /01 /Jan /2011 10:11

"...Vento ventania me leve sem destino..."

Auteure: Raquel Aragão "olhares.com"

 

 

Le Vent!

 

toute la journée le vent a chanté

dans un ré majeur appelant l’orage

et un ré mineur pour fixer la vitre

d’où je le regarde avec un air contrariée

car après le froid la neige est tombée

et suite à la neige le vent est descendu

fouetter mon visage un peu meurtri

par la dureté de l’hiver ces temps-ci

 

et ce soir le vent chante encore

hurlant comme un loup (une métaphore)

mes ouies se blessent par sa cruauté

mais le vent se juge de grande beauté

une puissance d’un Dieu un Eole surdoué

et je reste là à l’entendre l’air fatigué

Rosario Duarte da Costa

Copyright

07/01/2011

 

 

Música

 

 

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Symphonie Tellurique (sinfonia terrestre) - Communauté : Caligrafias Poéticas!
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Samedi 8 janvier 2011 6 08 /01 /Jan /2011 10:01

 

O Círculo

Auteur des Photos sur cette page: Meira "olhares.com"

 

 

A Procura

 

Autour du cercle!

 

autour de ce cercle

il y a le matin

ou l’après midi

il arrive le soir

juste avant la nuit

la pensée elle flotte

comme un drapeau

parfois elle est flexible

d’autrefois pas

avec des images pleines

vides parfois

nous inventons des histoires

pour les coller à nos mémoires

avec des contours

ronds ou aigus

tout dépend du moment

et des moments perdus

à chercher la pensée

dans le jardin fleuri

tout dépend de la saison

et de l’état du cœur

quand il est dans le cercle

planté comme une fleur

Rosario Duarte da Costa

Copyright

07/01/2011

 

 

Ao Lado

 

Eco Existencial

 

O Avesso do Silêncio

 

Única

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Splendide aurore couleur safran... - Communauté : Caligrafias Poéticas!
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Samedi 8 janvier 2011 6 08 /01 /Jan /2011 09:51

 

Rosa do Deserto

Auteur: Suzana "olhares.com"

 

 

Rosa-do-deserto

Auteur: Silvia Viegas "olhares.com"

 

La rose des sables...ou du désert!

A rosa das areias...ou do deserto!

 

nous pensions être

mais nous ne sommes pas

ni riches ni pauvres

nous n’avons rien

sinon le sel de nos larmes

recueilli sur la main

 

nous l’avons gardé

tout proche du cœur

et le sel nous a donné

une jolie rose

une fleur des sables

pour l’éternité

nous l’avons posée

tout près de la mer

devant l’horizon

 

et demain tu viendras

la ramasser avec tes doigts

pour que le soleil brille

autour de tes pas

Rosario Duarte da Costa

Copyright

07/01/2011

 

Dunas sem fim...III

Auteur de ces deux photos: Silvia Viegas "olhares.com"

 

Dunas sem fim...II

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Entre nous! - Communauté : Les chroniques de la meute
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Samedi 8 janvier 2011 6 08 /01 /Jan /2011 09:37

 

 

 

e o céu pode esperar?

Auteur des Photos sur cette page: Jorge Garcia "olhares.com"

 

asas de liberdade

 

Interrogações!

 

Escreveu o José Régio: “Mas Deus é grande”!

Para quem?!

Talvez sejamos todos muito maus e, Deus não nos ouve. Tudo o

que acontece, não pode ser a culpa de Deus, sim a nossa...

Aliás, há já tantos séculos que as gerações pensavam acabar com a

guerra e, ela continua hoje e, continuará, amanhã e depois...

Porque só nos sentimos bem a guerrear os outros. Seja por motivos

de religião ou, de desejos pecuniários; por razões de poder ou, de necessidade.

Ainda há poucas décadas a Europa subiu duas guerras mundiais.

Em qualquer continente há sempre um combate: Afganistão,

Palestina, Vietname ou em qualquer outro lado. Nós espiamos,

através dos jornais escritos ou televisivos. Damos ou não damos a

nossa opinião, passamos a viver o nosso dia a dia, como se nada

tocásse o nosso coração. É!

Às vezes sinto-me culpada de me chamarem “humana”. Acabo por

ser deshumana, como os outros!

Rosario Duarte da Costa

Copyright

06/01/2011(over-blog)

 

ab aeterno

 

lux

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Dialogues - Communauté : Virtuoses & cie
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