Auteur des Photos sur cette page: Banzina "olhares.com"
La Tumultueuse mer de l’ Europe!
Nous naviguons dans une mer en turbulences...
Notre bateau cabote de port en port et, les nouvelles sont mauvaises !
C’est ainsi que le bateau portugais avance dans une mer en sursauts,
et les informations qui nous arrivent ne sont pas tellement sûres. Tout le monde tire les cordages à leur manière et, à force de tirer dans tous les sens on risque de le faire couler !
Mais qui a intérêt à faire cela ?!
Tout le monde. L’Asie, qui dégorge d’argent dans ses coffres et, attend
de pouvoir acheter le monde à bas prix. Le Japon, dont l’aisance est grande et, les îles insuffisantes à son essor !
L’Europe : L’Allemagne qui est eux commandes de la flotte
européenne avec la France, qui est sa collaboratrice. Puis, tous les
autres qui voient la dette portugaise gêner ou, fructifier leurs affaires !
Alors, durant la tempête, tout le monde tente de faire un jeu de
quilles.
On ne sait pas encore qui va gagner. Le problème principal qui se
pose est l’histoire des prochaines élections Présidentielles au Portugal car, personne ne veut être désigné comme responsable de l’échec ou
de la réussite des candidats, ni de la chute éventuelle du gouvernement !
Seul l’Espagne hésite à jouer car, elle craint de perdre ses espoirs.
Parce que, si le Portugal est enveloppé dans les draps de l’aide de la BCE et du FMI, elle pourra être la suivante à être mise sur la touche !
Pendant ce temps l’Europe affronte la mer tumultueuse, sans savoir quand elle se calmera !
Rosario Duarte da Costa
Copyright
11/01/2011
Preparativos para ajuda do FMI a Portugal já começaram
O primeiro-ministro, José Sócrates, foi hoje taxativo a dizer que o país não vai pedir ajuda externa à UE e ao FMI, na apresentação de números preliminares da execução orçamental.
O Governo português não vai pedir ajuda financeira porque “não é necessário”, disse José Sócrates, acrescentando que o país vai continuar a
fazer o seu trabalho de consolidação orçamental.
Esta declaração foi feita após o anúncio de alguns dados preliminares da execução orçamental de 2010 do subsector Estado e da Segurança Social,
em que foi obtida “uma folga orçamental de cerca de 800 milhões de euros, ou 0,5 por cento do PIB”, em relação ao que estava previsto no Orçamento do Estado para
2010.
Com base nestes números, o primeiro-ministro disse que o défice do Estado de 2010 ficará “claramente abaixo” da meta de 7,3 por
cento.
O apuramento preliminar da despesa total do subsector Estado subiu apenas 1,7 por cento, quando no OE 2010 estava previsto que aumentasse 2,5
por cento; por seu lado, as receitas terão aumentado 5,3 por cento, face a 4,5 por cento previstos.
No caso da Segurança Social, previa-se no Orçamento um excedente de 605 milhões de euros no exercício, mas ficará acima de 720 milhões, disse ainda José
Sócrates.
“Nestas três dimensões a comparação entre o resultado e o que era a previsão dá uma folga orçamental de cerca de 800 milhões de euros, ou 0,5
por cento do PIB”, explicou, salvaguardando que o apuramento final ainda não está feito. No entanto, esta folga é na óptica da contabilidade pública, que não é a utilizada pelo Eurostat para
calcular os défices públicos. O valor final, na óptica da contabilidade nacional, será apurado pelo INE e reportado ao Eurostat em Março, explicou ainda.
Após apresentar estes números, o primeiro-ministro disse que “o país está a fazer o seu trabalho e está a fazê-lo bem”, sublinhando que Portugal
“foi um dos países europeus que mais reduziu o seu défice em 2010”. Sócrates disse que dez país prevêem que no ano passado o seu défice aumente face a 2009 , dez prevêem uma redução de menos
de um ponto, e Portugal é um dos poucos que reduz mais de dois pontos.
Foi na sequência desta apresentação que o primeiro-ministro afirmou peremptoriamente que “o Governo português não vai pedir ajuda financeira
porque não é necessário”, dizendo que o” país vai continuar a fazer o seu trabalho” de consolidação de contas iniciado no ano passado. Disse ainda que os “rumores e especulações” e não ajudam
o país.
Nos últimos dias, Portugal tem sido objecto de intenso noticiário da imprensa internacional, sobretudo económica mas não só, devido à subida dos
juros da sua dívida pública nos mercados secundários e ao risco, dado como muito elevado, de o país vir a necessitar a curto prazo de ajuda financeira externa da União Europeia e do
FMI.
Última actualização às 10h40
Le Portugal ne sollicitera pas d'aide internationale, affirme José Socrates
Soulignant que son pays fait le nécessaire pour résoudre ses difficultés, le premier ministre portugais indique que les rumeurs sur un possible sauvetage financier ne font que le jeu des spéculateurs et n'aident en rien le Portugal.
LEMONDE.FR | 2011/01/11 12:14:29
Portugal faces growing tensions
- José Sócrates has spent most of the past year trying to convince international investors
- Portugal will do "whatever it takes" to avert the need for an international financial rescue
- Political tension is growing against the Socialist prime minister's economic policy
- Calls for his resignation if Portugal has to seek an international financial rescue
(FT) -- José Sócrates, Portugal's Socialist prime minister, has spent most of the past year trying to convince international investors and other eurozone governments that he will do "whatever it takes" to avert the need for an international financial rescue.
On the eve of a crucial bond auction on Wednesday, he now has an extra problem on his hands: growing political tensions within Portugal, with the main opposition party launching attacks on the prime minister's handling of the economy, having earlier backed his deficit-cutting measures.
The dispute has increased uncertainty over the future of the minority government and the extent of political backing for its tough austerity steps as campaigning gathers pace for a presidential election on January 23.
The opposition centre-right Social Democrats (PSD) at the weekend called on him to resign if, as many investors fear, Portugal is forced to seek an international financial rescue. The ruling Socialists on Monday hit back, accusing the PSD of undermining political stability.
Pedro Passos Coelho, the PSD leader, said Mr Sócrates would be responsible for a "serious political failure" if Portugal had to ask for outside help and would "no longer be in a position to govern".
In a further blow to Mr Sócrates, António Bagão Félix, a respected former finance minister and rightwing politician, said on Monday that it was no longer a question of "if" Portugal would have to turn to the European financial stability facility, the EU bail-out fund, for help, but "when".
The cost to the country of high bond yields was increasing every day, he said. "The situation is unsustainable."
The attack came as Portugal prepared to issue up to €1.25bn ($1.6bn) in government bonds on Wednesday in an auction that investors warn could finally make it clear that Lisbon will have to seek financial assistance from the international community.
European Union official have expressed concern over the potential adverse impact on investors of the heated political rhetoric leading up to the presidential election, in which Aníbal Cavaco Silva, the candidate supported by the PSD, is expected to be re-elected for a second five-year term.
But Mr Passos Coelho, who has given his party a strong lead in national opinion polls, said it was necessary to "turn the page" and elect a new government with better policies to create jobs and stimulate economic growth.
The PSD initially supported the government's deficit-reduction programme, but has grown increasingly critical of Mr Sócrates' handling of the debt crisis, accusing him of "merely pretending" to cut government spending.
The influence of José Manuel Barroso, the president of the EU's executive branch and a former Portuguese prime minister and PSD leader, is thought to have been critical in persuading Mr Passos Coelho to back the government's 2011 budget after weeks of tense negotiations last year.
Aides would not say whether Mr Barroso used his influence during a recent holiday in Portugal to try to discourage the PSD from further attacks on the government that could adversely affect investor sentiment.
President Cavaco Silva, a former prime minister and PSD leader, warned on Monday that nothing should be done to "make the government's life more difficult" as it sought to avoid seeking support from the international community.
"The government has given assurances that it is doing everything possible to prevent Portugal from having to turn to the EFSF," he said at a campaign meeting. Speculating over whether Mr Sócrates would be successful would not be helpful, he added.
The president has the power to dissolve parliament and call an earlier election, although the constitution bars a newly elected president from taking such steps for three months after being sworn in.
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Apesar dos desmentidos de várias capitais europeias sobre o recurso de Portugal ao Fundo de Estabilidade do euro e ao FMI, os preparativos para essa eventualidade prosseguem confidencialmente.
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