Auteur de la Photo: Antonio Vale "olhares.com
Speculation: Cavaco sur l’écran :
Le Portugal a su vendre ses
obligations !
Alors que le Gouvernement portugais est ravi d’avoir réussi à
vendre les obligations de l’état pour la dette, alors
que le
Portugal éloigne un peu l’idée de certains, qui est
de le mettre
sous la coupole de la BCE et du FMI, le Président de
la République
portugais enfonce encore une fois sa dent contre
ses
adversaires et crie à la
« crise politique » !
Rien que ça :
cri se po li ti
que ! Et, il hurle de toutes
ses
forces vers le ciel, la terre et la
mer…
Mais, voyez-vous, ses cris vont être entendus au-delà des
frontières et, les bateaux arriveront chargés d’euros, mettant
au même temps tout le peuple portugais sous leurs
bras !
Voilà le souhait de Cavaco Silva. Crier, pour être connu et
soutenu par l’étranger !
Génial. Chaque portugais se demande aujourd’hui :
Qui va payer ? et,
Combien ça va coûter ?!
On sait aujourd’hui qu’il y avait une longue queue pour l’achat
des obligations de la dette . On sait qu’elles ont été bien vendues
car, la demande fut bien supérieure à l’offre. Mais, nous
ignorions encore tous, qui les ont achetées !
Pourtant, moi qui ne suis pas voyante, j’ai dit sur ce Blog, bien
avant cette date, que les Chinois préparaient déjà l’argent car,
ils ont leurs coffres trop remplis ! Et, cela s’est vérifié. D’ailleurs,
lors de sa visite au Portugal, le Président Chinois avait fait la
promesse à Cavaco Silva et au gouvernement de les aider à
combler la dette portugaise. Et, il l’a tenue. Comme les pèlerins
quand ils se rendent à Fatima !
Alors que le Portugal et l’Europe ont crié fort le succès Portugais,
Paul Krugman
célèbre économiste (Prix Nobel de
l’économie)
n’a pas hésité à dire qu’avec ce type de succès à nouveau, la
périphérie européenne serait détruite !
Et voilà, ce qui va rendre heureux les marchés et le Président
-Cavaco !
Pourtant, le Portugal est tout près du cap des élections
présidentielles dont le premier tour a lieu le 23 prochain. Cavaco
hurle fortement, comme un vendeur à la Foire de Lisbonne. Il
a même réussi à accrocher des gens de l’Eglise. Au temps de
Salazar, la patrie s’affirmait dans la pyramide ainsi :
1-Dieu
2-Patrie
3-Famille
Avec Cavaco c’est d’abord Lui,
ensuite l’Eglise et enfin la
Patrie. Cela
nous montre qu’il a grimpé d’un degré par rapport
à Salazar !
Le journal DN portugais, a sorti un article sur l’emploi des ex responsables de l’état
portugais qui, depuis longtemps ont
obtenu des hauts postes au sein des entreprises nationales : CGD,
PT, EDP,
GALP, (ministres, chefs de cabinet, assesseurs, secrétaires d’état) et j’en
passe. Il arrive même, que certains d’entre eux
touchent des salaires bien supérieurs à celui d’un ministre !
Cela c’est un des scandales parmi bien
d’autres, qui touchent le
Portugal.
Ces gens, au-delà de leurs salaires bénéficient de nombreux
avantages de plus : voiture de fonction,
cartes de crédit,
commissions
diverses et, personne ne s’était rendu compte
jusqu’à ce jour ?!
Sachant la liaison très proche de Cavaco avec
certaines de ces
entreprises, ( Cavaco a exercé déjà en tant que Ministre, Premier
Ministre et Président actuel de la République), il se fera une joie
de continuer sur la même route !
Alors, voyez-vous, le Portugal est malade. Il est malade car,
depuis 1974, - moment où les portugais lui ont rendue sa
liberté-, beaucoup de parasites tournent en lui : au nord et au sud;
à l’est et à l’ouest. Et, ce sont ces
parasites qui le rendent
malade !
Rosario Duarte da Costa
Copyright
13/01/2011
Manuel Alegre no comício de Évora
Este é o momento de resistir
12-01-2011 http://manuelalegre2011.pt
“Este é o momento de resistir”, afirmou Manuel Alegre esta noite, fazendo um veemente apelo “a todas as forças políticas” para “sermos capazes
de resolver os nossos problemas”, resistindo às pressões que vêm de fora. Num entusiástico comício em Évora, o candidato acusou Cavaco Silva de ter deixado palavras de “suspeição” sobre a
operação de venda de dívida portuguesa nos mercados internacionais e de instabilidade política para levar a direita ao poder.
No início da sua intervenção, por diversas vezes interrompida por prolongados aplausos e vivas à República, Manuel Alegre foi directo à polémica
em torno da eventual iminência de uma crise política levantada pelo actual Presidente, ao comentar os resultados da recente operação de venda de dívida pública portuguesa nos mercados
internacionais.
“Num momento em que se esperava de um Presidente da República uma palavra de confiança, o candidato Cavaco Silva deixou hoje uma palavra de
dúvida e de suspeição sobre os resultados do leilão de dívida que tornaram mais longe de Portugal o FMI”, criticou Manuel Alegre, acrescentando que “num momento em se esperava que o
Presidente da República fosse um garante da estabilidade política, fez na Guarda uma ameaça de crise política para abrir as portas do poder aos partidos da direita, que querem o poder todo em
Portugal”.
Para Manuel Alegre, Cavaco Silva “não é um garante de estabilidade financeira” porque tem “uma atitude de submissão em relação aos mercados” e
“não é capaz de um gesto, uma palavra ou uma crítica contra a ofensiva especulativa.” Segundo o candidato, o ainda Presidente também não é “um garante da estabilidade social, porque não é
capaz de se pronunciar sobre o projecto de revisão constitucional dos partidos que o apoiam e que significa uma estratégia contra o Estado Social”. E também “não é um garante de estabilidade
política” porque quer “agradar” aos que esperam que ele seja eleito “para dissolver a Assembleia da República e pôr no poder os partidos que o apoiam”, denunciou.
Face às pressões para a entrada do FMI em Portugal, Manuel Alegre criticou Cavaco Silva por “neste momento não se ouvir a voz do Presidente”.
“Este é o momento de resistir”, afirmou, num apelo a “todas as forças políticas” para que sejamos capazes de “resolver os nossos problemas sem que venham de fora ditar-nos ou dizer-nos aquilo
que devemos fazer”.
Afirmando que “é preciso falar forte contra os mercados financeiros”, Manuel Alegre fez levantar a multidão de apoiantes quando proclamou: “eu
não quero Portugal de joelhos, eu quero Portugal de pé”.
Nas intervenções que precederam a do candidato, o seu mandatário distrital, José Luis Cardoso, enquanto capitão de Abril, saudou o contributo de
Manuel Alegre para a construção da democracia portuguesa. Helena Pinto, deputada do Bloco de Esquerda, num discurso com foco nas questões da igualdade de género, sublinhou que o candidato
“sempre esteve e está do lado das mulheres”, em contraponto com Cavaco Silva que “esteve sempre do lado errado”, afirmando que “Manuel Alegre será voz constante neste combate
civilizacional”.
Por sua vez, para o Ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão, “apoiar Manuel Alegre não é um motivo de distinção para ele, é motivo de
honra para nós”. “Através de uma atitude mais aberta e cosmopolita, Manuel Alegre deu contributos para a transformação e modernização da sociedade e para o aprofundamento do conceito de
dignidade humana”, salientou o dirigente socialista na sua intervenção.
Manuel Alegre no comício de Évora
Este é o momento de resistir
12-01-2011 http://manuelalegre2011.pt
“Este é o momento de resistir”, afirmou Manuel Alegre esta noite, fazendo um veemente apelo “a todas as forças políticas” para “sermos capazes de
resolver os nossos problemas”, resistindo às pressões que vêm de fora. Num entusiástico comício em Évora, o candidato acusou Cavaco Silva de ter deixado palavras de “suspeição” sobre a operação
de venda de dívida portuguesa nos mercados internacionais e de instabilidade política para levar a direita ao poder.
No início da sua intervenção, por diversas vezes interrompida por prolongados aplausos e vivas à República, Manuel Alegre foi directo à polémica
em torno da eventual iminência de uma crise política levantada pelo actual Presidente, ao comentar os resultados da recente operação de venda de dívida pública portuguesa nos mercados
internacionais.
“Num momento em que se esperava de um Presidente da República uma palavra de confiança, o candidato Cavaco Silva deixou hoje uma palavra de dúvida
e de suspeição sobre os resultados do leilão de dívida que tornaram mais longe de Portugal o FMI”, criticou Manuel Alegre, acrescentando que “num momento em se esperava que o Presidente da
República fosse um garante da estabilidade política, fez na Guarda uma ameaça de crise política para abrir as portas do poder aos partidos da direita, que querem o poder todo em
Portugal”.
Para Manuel Alegre, Cavaco Silva “não é um garante de estabilidade financeira” porque tem “uma atitude de submissão em relação aos mercados” e
“não é capaz de um gesto, uma palavra ou uma crítica contra a ofensiva especulativa.” Segundo o candidato, o ainda Presidente também não é “um garante da estabilidade social, porque não é capaz
de se pronunciar sobre o projecto de revisão constitucional dos partidos que o apoiam e que significa uma estratégia contra o Estado Social”. E também “não é um garante de estabilidade
política” porque quer “agradar” aos que esperam que ele seja eleito “para dissolver a Assembleia da República e pôr no poder os partidos que o apoiam”, denunciou.
Face às pressões para a entrada do FMI em Portugal, Manuel Alegre criticou Cavaco Silva por “neste momento não se ouvir a voz do Presidente”.
“Este é o momento de resistir”, afirmou, num apelo a “todas as forças políticas” para que sejamos capazes de “resolver os nossos problemas sem que venham de fora ditar-nos ou dizer-nos aquilo
que devemos fazer”.
Afirmando que “é preciso falar forte contra os mercados financeiros”, Manuel Alegre fez levantar a multidão de apoiantes quando proclamou: “eu não
quero Portugal de joelhos, eu quero Portugal de pé”.
Nas intervenções que precederam a do candidato, o seu mandatário distrital, José Luis Cardoso, enquanto capitão de Abril, saudou o contributo de
Manuel Alegre para a construção da democracia portuguesa. Helena Pinto, deputada do Bloco de Esquerda, num discurso com foco nas questões da igualdade de género, sublinhou que o candidato
“sempre esteve e está do lado das mulheres”, em contraponto com Cavaco Silva que “esteve sempre do lado errado”, afirmando que “Manuel Alegre será voz constante neste combate
civilizacional”.
Por sua vez, para o Ministro dos Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão, “apoiar Manuel Alegre não é um motivo de distinção para ele, é
motivo de honra para nós”. “Através de uma atitude mais aberta e cosmopolita, Manuel Alegre deu contributos para a transformação e modernização da sociedade e para o aprofundamento do conceito
de dignidade humana”, salientou o dirigente socialista na sua intervenção.
www.correiodamanha.pt
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Corrupção: Socialistas
contra o enriquecimento ilícito
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A eurodeputada do PS Ana Gomes só encontra uma razão para alguns políticos não
serem a favor da criminalização do enriquecimento ilícito: "Há demasiados corruptos e há muita gente interessada em não os apanhar e não os punir." Também o deputado socialista João
Soares, em declarações ao CM, afirma-se "favorável a que existam dispositivos legais para tornarem possível esta criminalização". Uma posição que é ainda partilhada pela jurista e
ex-deputada do PS Marta Rebelo.
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www.jornaldosnegocios.pt
Sócrates critica quem admite o FMI: "Este país não está de braços caídos"
14 Janeiro 2011 | 07:59
Lusa
O secretário-geral do PS referiu-se ontem de forma implícita à corrente que admite uma intervenção externa financeira na economia
portuguesa.
O
secretário-geral do PS
referiu-se ontem de forma implícita à corrente que admite uma intervenção externa financeira na economia portuguesa, contrapondo que este país não está de braços caídos e tem quem o
defenda.
José Sócrates falava no comício de Castelo Branco, antes da intervenção do candidato presidencial apoiado pelo seu partido, Manuel Alegre.
Num lógica de colocar em contraponto pessimistas e optimistas, o secretário-geral do PS referiu-se à História de Portugal, ao valor da vontade
inerente ao povo português e ao leilão de quarta-feira da dívida soberana nos mercados internacionais.
"Para aqueles que tinham dúvidas, ficou a saber-se que este país não está braços caídos, que não ajoelha. Pelo contrário, este país tem quem o
defende, tem quem lute pela sua autonomia, este país bem sabe o que tem de fazer, bem sabe as dificuldades que enfrenta -- e vai enfrentá-las com coragem, com vontade, porque tem um povo que
preza a sua autonomia", disse, recebendo uma prolongada ovação.
Segundo o primeiro-ministro, "ninguém precisará de nos vir dizer aquilo que devemos fazer", já depois de ter defendido que Portugal precisa de
um Presidente da República com uma visão cosmopolita e não fechada, de um Presidente que respeite a laicidade do Estado, tratando todas as religiões por igual.
Nos primeiros cinco minutos de discurso, Sócrates salientou os valores que unem os socialistas e a candidatura presidencial de Manuel Alegre,
colocando ênfase no espírito progressista e na abertura à mudança.
Numa passagem, o secretário-geral do PS fez uma alusão às divergências políticas que teve (e deve continuar a ter) com Manuel Alegre, mas
procurou desdramatizá-las, sustentando que no PS "sempre houve convergência na acção".
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