Lundi 9 janvier 2012 1 09 /01 /Jan /2012 10:01

razones

Auteure des Photos sur cette page:Monica B "olhares.com"

 

circle of dreams

tes yeux sont des poissons

 

tes yeux sont des poissons

immergés dans l’air.

ronde est ta bouche

à dire ses ô...

 

éclatent tes joues

comme une lumière

éblouissant les rues.

 

et tes mains applaudissent

les doigts s’envolent

comme des oiseaux.

 

dis-moi des syllabes

des mots et des phrases

sur une seule page.

 

dis-moi ton regard,

dans tes yeux poissons

se couchant sur la plage.

 

et la lecture revient

dans l’aquarium du jour.

c’est cela l’amour !

Rosario Duarte da Costa

Copyright

05/01/2012

 

silence without end

 

the poets acts

 

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Ton corps est un Piano! - Communauté : Tout est chemins
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Lundi 9 janvier 2012 1 09 /01 /Jan /2012 09:52

 

 

 

Eh oui! Il manque une bougie...

Allez, mettons une de plus. C'est le sixième anniversaire de ma petite

pricesse...

BON ANNIVERSAIRE, MON AMOUR.

 

Un an de plus...à faire truz...truz...

à la porte du jour.

Pour toi Emilie,

c'est moi, mon amour!

 

Pour ton anniversaire

voici mamie Rosaire

à t'apporter des roses

et beaucoup de bisous.

si doux et si moux...

Rosario Duarte da Costa

Copyright

08/01/2012

 

 

 

 

 

 

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : OS POEMAS DAS ROSAS - Communauté : Caligrafias Poéticas!
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Vendredi 6 janvier 2012 5 06 /01 /Jan /2012 10:50

Por que fiz eu dos sonhos [A minha única vida?]

 

 A Parte Invisível do Visível

Silence bruyant!

 

Bruyant le silence

taché d’humidité.

froissés les papiers

devant tes yeux.

 

à quoi tu penses,

dans cet appartement vide

de toute sa lumière ?

 

déchiré ton regard

comme un papier de verre…

 

ensanglantée ta langue

avec toutes les aiguilles

posées dans ta bouche.

 

t’es dégonflée

comme un ballon

à la foire du jour .

 

et ta vie se vide.

 

comme un verre de vin

dans le repas du soir!

Rosario Duarte da Costa

Copyright

05/01/2012

 

.

 

.

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Entre nous! - Communauté : Caligrafias Poéticas!
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Vendredi 6 janvier 2012 5 06 /01 /Jan /2012 10:33

Estado da Nação

Auteur des photos sur cette page:Pessoa N Beat "olhares.com"

World in your hands

 

Black Hole Sun

 

sobriedade/sobriété

 

Mots de paix et de raison!

 Coloca a sobriedade

 em cada uma das tuas palavras.

porque para guardares paz e razão,

as palavras são como o coração

sentado aí na tua mão!

Rosario Duarte da Costa

Copyright

In: Abrigo poético!

05/01/2012

 

Strange day

 

Who the fuck!!?? Quem foi!!??

 

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : mots! - Communauté : Les chroniques de la meute
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Vendredi 6 janvier 2012 5 06 /01 /Jan /2012 10:15

Vous le savez, puisque je vous l'ai dit, l'amour et le respect

que j'ai pour cette grande poétesse portugaise...

C'est l'âme même, de mon Pays...

Quand elle écrit, je lis. Et, en la lisant, mon coeur tape fort...

C'est une femme de la terre, avec le ciel comme chapeau!

 

Lisboa tem um vestido azul

Auteure des photos sur cette page: Josefina Melo"olhares.com

 

Poème:

Hoje tenho o teu rosto dentro de mimLisboa

 Digo

“ Lisboa”

Quando atravesso-vinda do sul-o rio

E a cidade a que chego abre-se como

                    se do seu nome nascesse

Abre-se e ergue-se em sua extensão nocturna

Em seu longo luzir de azul e rio

Em seu corpo amontoado de colinas-

Vejo-a melhor porque a digo

Tudo se mostra melhor porque digo

Tudo se mostra melhor o seu estar e a sua

                                                          carência

Porque digo

Lisboa em seu nome de ser e de não ser

Com seus meandros de espanto, insónia e lata

E seu secreto rebrilhar de coisa de teatro

Seu conivente sorrir de intriga e máscara

Enquanto o largo mar a Ocidente se dilata

Lisboa oscilando como uma grande barca

Lisboa cruelmente construída ao londo

                      da sua própria ausência

Digo o nome da cidade

 - Digo para ver...

Sophia de Mello Breyner Andersen

In: Navegações, Imprensa Nacional

Casa da Moeda- Lx.1977

Rosario Duarte da Costa

Copyright

05/01/2012

 

Mostrai-me as anémonas

Sophia de Mello Breyner Andresen - YouTube

► 1:12► 1:12
www.youtube.com/watch?v=6crDzqSywWM21 juin 2009 - 1 mn - Ajouté par nidiahernandezbrizue
Sophia de Mello Breyner Andresen Portugal 1919-2004 Inicial; voz María Bethania De piedra y cal ...

«Quando» Sophia de Mello Breyner Andresen - YouTube

► 3:54► 3:54
www.youtube.com/watch?v=ars98sTv62w18 juil. 2010 - 4 mn - Ajouté par souloffire44
Poema de : Sophia de Mello Breyner Andresen «Quando» Quando o meu corpo apodrecer e eu for ...

Filme Sophia de Mello Breyner Andresen - Parte 1 de 2 - YouTube

► 9:46► 9:46
www.youtube.com/watch?v=3JA7lxeovVY20 janv. 2010 - 10 mn - Ajouté par ruidina
Filme Sophia de Mello Breyner Andresen de J. César Monteiro, 1970. Parte 1 de 2.

Grandes Livros - Episódio 12: "Navegações", Sophia de Mello ...

► 8:16► 8:16
www.youtube.com/watch?v=WYT8OzEukZ030 juin 2009 - 8 mn - Ajouté par rickduarte22
Standard YouTube License. 10 likes, 0 .... Sophia de Mello Breyner Andresenby nidiahernandezbrizue 13997 ...

Entrevista a Sophia de Mello Breyner Andresen - YouTube

► 7:19► 7:19
www.youtube.com/watch?v=IFKWdOAVi2I2 mars 2008 - 7 mn - Ajouté par profrancissilva
Trabalho realizado por Joana Cruz e Inês Barros, alunas do 8º6, da Escola E.B. 2,3 de Lamaçães ...

Sophia de Mello Breyner Andresen - "Jardim do Mar" - YouTube

► 2:26► 2:26
www.youtube.com/watch?v=f3XAkKro8Sc5 août 2010 - 2 mn - Ajouté par SoaresTeixeira
Sophia de Mello Breyner Andresen -- "Jardim do Mar" Vi um jardim que se desenrolava Ao longo de ...

Filme Sophia de Mello Breyner Andresen - Parte 2 de 2 - YouTube

► 6:58► 6:58
www.youtube.com/watch?v=-h5CyQWMriQ21 janv. 2010 - 7 mn - Ajouté par ruidina
Filme Sophia de Mello Breyner Andresen de J. César Monteiro, 1970. Parte 12de 2.

Eurico Carrapatoso - Pequeno poemário de Sophia ... - YouTube

► 2:31► 2:31
www.youtube.com/watch?v=vItALhNKwdA4 janv. 2009 - 3 mn - Ajouté par Portvgal1143
Sobre poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen | Coro de Câmara Lisboa Cantat - dir. Jorge Alves ...

 

 

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Auteurs Lusophones... - Communauté : Les Grands Poètes
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Vendredi 6 janvier 2012 5 06 /01 /Jan /2012 10:00

 

O traçar do rumo

 

Estou há quantos anos a tratar do rumo?!

Do meu e, dos rumos dos outros. Do rumo do meu País, agarrado

a outros, vindos de todos os  continents no mundo...

Do rumo da Língua portuguesa não só em Portugal, mas ainda

aqui no estrangeiro.

A Língua não pode ser sómente uma decisão. Ou, um decreto...

Ela navega há séculos, no percurso do rio da nossa história. Ela

é ao mesmo tempo a nossa memória viva e morta. E, o nosso

futuro, integrado na lusofonia, isto é no triângulo da L.P.!

 

Porque hoje, querem transvasar a língua para o Brasil e, eu sinto

perder-se agora, a minha identidade. 

Rosario Duarte da Costa

Copyright

05/01/2012

 

(este artigo que segue já foi publogado em 2010!)

 

O silêncio conhece.

Rumo...Cap...

 

Rumo

com estas garras dos sentidos

agarradas ao mar

da minha vida

rumo

como um prelúdio

de amor sem fim

numa carícia por aí perdida

na alma do tempo

rumo

diante do mar aberto

numa estranha forma da vida

onde por vezes a claridade

anda perdida

em danças de vagas

cada vez mais altas

onde os navios mergulham

sem motivo

e com certeza

rumo

numa perigosa lucidez

a dar-me coragem talvez

nesta hora onde me habitas

e esse olhar onde existo

no meu rumo fluctuante

é um albergue vazio

ou uma saudade estranha

enleada numa ilha

onde fica a nostalgia

e o lindo sonho do dia

rumo

a cantar os meus amores

a levantar a liberdade

a matar as minhas dores

e o exílio do desejo

rumo

numa cantata infinita

misturada ao teu beijo

onde me vi e me vejo

Rosario Duarte da Costa

Copyright

03/12/2010

 

Quem sou?

 

 

 

Lá se vai, em pleno viver...Tão lindo...!!!

 

 

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Alors regardez..."Poésie" - Communauté : Revue poésie et nouvelles
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Jeudi 5 janvier 2012 4 05 /01 /Jan /2012 10:29

 

 

 

 

Que tal uma cabidela!

Auteure: Graciete Dantas "olhares.com"

 

Matar o galo/Tuer le coq!

 

A primeira vez que me senti assassina

foi no dia em que a minha avó matou o galo

e, me obrigou a pegar na tijela remexendo o sangue

com o alho, para fazer a cabidela.

Foi, no quintal num fim de verão,

e, eu vi a minha avó tirar a “forca” afiada

ras o chão. Com o galo esperneando,

- como se quizésse baralhar as cartas-

num gesto esperançado ainda,

esticava as duas patas.

 

O galo deixou de cantar...

Foi ali, que me senti assassina,

por um facto e acto cometido

por ordem de outrém. Por isso, aprendi

o sentido da ordem das coisas e da humildade.

Porque só assim me poderia reconciliar

com as coisas e a vida!

Rosario Duarte da Costa

Copyright

04/01/2012

 

 

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : confidences - Communauté : Caligrafias Poéticas!
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Jeudi 5 janvier 2012 4 05 /01 /Jan /2012 10:11

Maria Teresa Horta

 A poetisa venceu o Prémio D. Dinis 2011 au Portugal.

Elle a gagné le Prix D. Dinis 2011  au Portugal.

Félicitations!

Par manque de temps, je n'ai pas eu le temps d'écrire un article plus long sur l'auteure.

Voici une esquisse, pour lui rendre hommage!

- à la femme

- à l'auteure

- à la combattente...

 

Rosario Duarte da Costa

Copyright

04/01/2012

Maria Teresa Horta


Poema sobre a recusa

Como é possível perder-te
sem nunca te ter achado
nem na polpa dos meus dedos
se ter formado o afago
sem termos sido a cidade
nem termos rasgado pedras
sem descobrirmos a cor
nem o interior da erva.

Como é possível perder-te
sem nunca te ter achado
minha raiva de ternura
meu ódio de conhecer-te
minha alegria profunda.


  compiladas por  Luis Rodrigues   -   Envia esta página por email

 

 

 

 

Maria Teresa Horta vence Prémio D. Dinis 2011

 

 

Instituído em 1980 pela Fundação Casa de Mateus, em Vila Real, o galardão é atribuído a uma obra literária - de poesia, ensaio ou ficção - publicada no ano anterior ao da atribuição do prémio.

O júri desta edição foi composto pelos escritores Vasco Graça Moura, Nuno Júdice e Fernando Pinto do Amaral.

"As Luzes de Leonor", obra lançada em 2011 pela D. Quixote, é um romance sobre a vida da marquesa de Alorna, Leonor de Almeida Portugal de Lorena e Lencastre (1750-1839), neta dos marqueses de Távora, uma mulher que se destacou na história literária e política de Portugal num período denominado por "século das luzes".

Maria Teresa Horta seguiu a biografia de Leonor de Lorena, sua avó em quinto grau, autora de uma vasta obra poética, parte dela ainda publicada em vida.

Nascida em 1937, em Lisboa, Maria Teresa Horta estudou na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi jornalista e ativista do Movimento Feminista de Portugal juntamente com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, com quem escreveu o livro "Novas Cartas Portuguesas".

 

http://.mulher.sapo.pt

Maria Teresa Horta vence Prémio D. Dinis 2011

Maria Teresa Horta vence Prémio D. Dinis 2011

A obra "As Luzes de Leonor" foi a contemplada

O Prémio Literário D. Dinis, instituído pela Fundação da Casa de Mateus, foi atribuído por unanimidade à escritora Maria Teresa Horta pelo romance "As Luzes de Leonor", disse hoje à agência Lusa fonte ligada à organização do galardão.

 

Instituído em 1980 pela Fundação Casa de Mateus, em Vila Real, o galardão é atribuído a uma obra literária - de poesia, ensaio ou ficção - publicada no ano anterior ao da atribuição do prémio.

 

O júri desta edição foi composto pelos escritores Vasco Graça Moura, Nuno Júdice e Fernando Pinto do Amaral. "As Luzes de Leonor", obra lançada em 2011 pela D. Quixote, é um romance sobre a vida da marquesa de Alorna, Leonor de Almeida Portugal de Lorena e Lencastre (1750-1839), neta dos marqueses de Távora, uma mulher que se destacou na história literária e política de Portugal num período denominado por "século das luzes".

 

Maria Teresa Horta seguiu a biografia de Leonor de Lorena, sua avó em quinto grau, autora de uma vasta obra poética, parte dela ainda publicada em vida.

 

Nascida em 1937, em Lisboa, Maria Teresa Horta estudou na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, foi jornalista e ativista do Movimento Feminista de Portugal juntamente com Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, com quem escreveu o livro "Novas Cartas Portuguesas".

 

"Amor Habitado" (1963), "Ana" (1974) e "O Destino" (1997) contam-se entre mais de duas dezenas de obras publicadas. Em 2010, o Prémio D. Dinis tinha sido atribuído a João Barrento pelo livro "O Género Intranquilo. Anatomia do Ensaio e do Fragmento".

 

Desde a criação do galardão, foram distinguidos, entre outros, os escritores Agustina Bessa Luís, Manuel Alegre, Sophia de Mello Breyner Andresen e os historiadores Nuno Gonçalo Monteiro e Rui Ramos. A Fundação Casa de Mateus foi instituída em 1970 com o objetivo de conservar e divulgar o seu património e arquivo e desenvolver atividades culturais, científicas e pedagógicas nas quais se inserem a atribuição do Prémio D. Dinis.

 

4 de janeiro de 2011

 
wikipedia.org

 

Maria Teresa Horta

Un article de Wikipédia, l'encyclopédie libre.

Maria Teresa Horta (née à Lisbonne le 20 mai 1937) est une écrivaine portugaise.

Elle obtient une 2e licence à la faculté des lettres de l'Universidade de Lisboa et elle travaille plus tard comme journaliste et participe au Mouvement Féministe Portugais au côté de Maria Isabel Barreno et Maria Velho da Costa (appelées les trois Maries) et du groupe Poesia 61.

Elle a publié dans divers journaux comme Diário de Lisboa, A Capital, República, O Século, Diário de Notícias ou Jornal de Letras e Artes, et elle a été rédactrice en chef du magazine Mulheres.

Œuvres[modifier]

  • Espelho Inicial (1960) (poésie)
  • Tatuagem (1961)
  • Cidadelas Submersas (1961)
  • Verão Coincidente (1962)
  • Amor Habitado (1963)
  • Candelabro (1964)
  • Jardim de Inverno (1966)
  • Cronista Não é Recado (1967)
  • Minha Senhora de Mim (1967) (poésie)
  • Ambas as Mãos sobre o Corpo (1970)
  • Novas Cartas Portuguesas (1971)
  • Ana (1974)
  • Poesia Completa I e II(1983)
  • Os Anjos (1983)
  • O Transfer (1984)
  • Ema (1984)
  • Minha Mãe, Meu Amor (1984)
  • Rosa Sangrenta (1987)
  • Antologia Política (1994)
  • A Paixão Segundo Constança H. (1994)
  • O Destino (1997)
  • A Mãe na Literatura Portuguesa (1999)

O Prémio Literário D. Dinis, instituído pela Fundação da Casa de Mateus, foi atribuído por unanimidade à escritora Maria Teresa Horta pelo romance "As Luzes de Leonor", disse hoje à agência Lusa fonte ligada à organização do galardão.

www.dn.sapo.pt

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Auteurs Lusophones... - Communauté : Caligrafias Poéticas!
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Jeudi 5 janvier 2012 4 05 /01 /Jan /2012 10:02

www.image:http://rueducommerce.fr

 

Comme le monde a changé!

 

Au cour des siècles tout a changé. Et, en particulier la relation

des couples qui, selon une loi du XIX siècle devraient s’inscrire

à jurer « fidélité, secours et assistance ».

 

Sabine Denuelle a écrit un livre intéressant à ce sujet, établissant

les lois, les codes et les rites, mais aussi la traversée des grandes

marées –telle la grande guerre - , avec les grands amours et les

crises qu’ils ont traversées, au long de leur parcours.

Il fait transpercer par exemple les amours d’hommes et de femmes

connus ou inconnus, soulignés par de très belles images, et

raconte ce que le cinéma a permis de voir à travers les saisons.

 

Elle inscrit l’amour dans le cadre d’une communication intense

et proche entre deux êtres, évoque des histoires d’amour ayant parcouru le chemin du temps, avec beaucoup de joies mais aussi

des peines !

Et, on peut voir les riches familles aussi bien que le peuple

étendus au soleil, dans une allégresse infinie, sans pour autant

oublier les victimes de l’amour.

 

C’est dans ce livre qu’il y a les paroles de Charlys, Souplex

chantées par Maurice Chevalier en 1937, sous la musique de

Gardoni et Jean Chavoit, que voici :

 

Vous qui passez l’âme en peine

Si vous soupirez tout bas

C’est que la vis paraît vaine

Quand l’amour ne rentre pas.

Je connais votre mystère

Vous avez peur d’un affront

Et vous restez solitaire

Mais pourtant sachez donc

 

(Refrain)

 L’amour est passé près de vous

Un soir dans la rue n’importe où

Mais vous n’avez pas su le voir en chemin

L’amour est un Dieu du matin

Prenez bien garde une autre fois

Ne soyez pas si maladroite

Sachez le comprendre et le garder toujours

Si vous voyez passer l’amour.

 

L’amour est bien douce chose

Pour l’avoir il faut oser

C’est un jardin plein de roses

Epanouies de baisers.

Au milieu des fleurs nouvelles

Quand vous irez en cueillir

Faites-en, Mesdemoiselles

Provision pour l’avenir.

 

(dernier refrain)

 

L’amour est passé près de vous

Un soir dans la rue n’importe où

Il vous a lancé sa flèche avec son arc

Oui mais vous avez eu le trac

Moi qui n’en ai pas peur encor’

Si vous l’apercevez dehors

Prévenez-moi vite

Et d’un élan j’y cours

Si vous voyez passer l’amour.

In : Hier, nos amours de Sabine Denuelle

Editions Albanel

Rosario Duarte da Costa

Copyright

04/01/2012

 

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Dialogues - Communauté : Nouvelles d'ici et d'ailleurs
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Mercredi 4 janvier 2012 3 04 /01 /Jan /2012 11:06

Choca Barrada (F)

 

Garça Moura

Être heureux c’est bon pour la santé !

 

Qui a écrit?

"Être heureux c’est bon pour la santé !"

(Voltaire)

 

Mais pour être heureux, il ne suffit pas de le vouloir. Encore

faut-il le pouvoir.

En effet, nôtre vie dépend de différents facteurs, innés ou

acquis, de la vie que nous avons, de l’environnement personnel, familial et professionnel et, de nos différents états :

-         santé

-         travail

-         croyances

-         réseau social et amical

 

mais aussi, de nos états d’âme et d’esprit, qui nous conduisent ou pas, à une ouverture vers les autres.

Donc, pour être heureux, il nous faudrait aussi travailler sur nous, nous remettre en question quand il le faudra, et avancer seul ou accompagné, vers un objectif de plus de bonheur !

Regardez les oiseaux, comme ils ont l'air heureux...

Rosario Duarte da Costa

Copyright

03/01/2012

 

Beija Flor Tesoura

 

Saíra Amarela

 

Saí Azul

 

 

Beija Flor de Topete

 

Garibaldi (F)

Par Rosario Duarte da Costa - Publié dans : Dialogues - Communauté : Le Sarmiento
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