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O dinamarquês Thomsen, líder da delegação do FMI, à saída do largo do Caldas após ter falado com responsáveis do CDS
Menos 12 meses no apoio ao desemprego
Feriados da Páscoa não interrompem trabalhos da troika. Propostas apresentadas até dia 29.
Le Portugal et le FMI: C'est comment?!
Alors, comment c’est ?!
Le FMI se promène au Portugal…Il est debout, regarde, entame la
conversation avec ceux qui veulent parloter. Mais, il n’y a pas beaucoup de gens à vouloir s’asseoir sur la converse use ! Le PSD,
se fait tout géant, à penser qu’il ira gagner aux prochaines élections
législatives. Et le PCP avec les Verts, sont en pleine conversation amoureuse…
Le PS, reste debout mais, pour combien de temps ?! Le Premier
Ministre José Sócrates accuse le PSD de ne pas aider le Portugal
et, d’avoir seulement des envies électorales. Par exemple, on sait
par la presse portugaise que, le PSD, voudrait dénationaliser la
Sécurité Sociale du Pays.
Dans ce méli-mélo, l’entente préalable entre le Président de la République, le Gouvernement et les partis politiques demandée
par le FMI, n’est pas en place et, à mon avis, cela risque de faire
empirer la situation du Pays !
L ’UGT « organisation syndicale » approchant ce qu’ils appellent
la troika, (BCE/FMI) dit qu’elle ira présenter un document écrit, soulignant sa position et ses propositions.
Le FMI visite, audite, critique et suggère des mutations. Il passera
la période de Pâques dans le Pays, cherchant probablement à
manger les derniers chocolats des poules pondeuses et, à déguster encore les "Pastéis de Belém", après avoir mangé du bon "Cherne"...
Pendant les pauses, voilà la troika à donner un coup de rasoir de
plus par ci, un autre par là car, elle veut à tout prix mettre de
l’argent dans la tire lire portugaise, pour payer les dettes. Elle
propose déjà la flexibilité des horaires dans les Entreprises, la suppression de primes "vacances" par exemple, afin de renforcer
la compétitivité. des entreprises.
Au même temps l’âge de la retraite passera à 68 ans !
Alors, dans ces conditions, il ne fait pas trop bon au Portugal,
même si l’on a l’impression que les vacances iront faire oublier
tout ce ramdam !
Le 25 Avril, est un jour de Fête Nationale. Mais, manque d’argent
dans les tiroirs, le service sera minimal. On a perdu les airs de
Fête, la croyance dans la révolution vieille de plus de trente cinq
ans déjà!
Et, c’est ainsi que marche le Portugal, avec son hymne national :
Héros de la mer
Noble peuple
Nation forte
Et Immortelle…
Rosario Duarte da Costa
Copyright
19/04/2011
Número de funcionários foi um dos problemas debatidos ontem.
A troika - Fundo Monetário Internacional (FMI), Banco Central Europeu (BCE) e Comissão Europeia (CE) - que se encontra em Portugal a desenhar as condições do plano de intervenção externa está preocupada com o número "excessivo" de funcionários públicos existentes no País. Tudo indica que a redução brutal do défice terá de passar mesmo por aqui, como aliás aconteceu na Grécia e na Irlanda.
Leia mais pormenores no e-paper do DN.
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Portugal apresenta, pela primeira vez em dez anos, um risco político com ameaças de greves, de motins e de comoção civil, bem como de incumprimento da dívida soberana, revela um estudo da Aon.
"Embora tenha mantido o mesmo 'rating' - aquele que indicia o mais baixo patamar de risco - pela primeira vez foram especificados dois riscos específicos, nomeadamente, o de incumprimento da dívida soberana e o de ocorrência de fenómenos de violência pública", disse à Lusa o director geral da Aon, Pedro Penalva.
De acordo com o responsável pelo estudo da Aon Risk Solutions, a empresa global de gestão de risco da Aon Corporation, "Portugal é um dos países que surge pela primeira vez na história do 18.º Mapa de Risco Político, dada a conjuntura actual em comparação com outros anos".
O legado da recessão mundial, a recente crise da dívida soberana, os desenvolvimentos ocorridos na Grécia neste domínio e o consequente risco de contágio são factores que contribuíram para atirar Portugal para a lista dos países em risco, num universo composto por mais de 211 países a nível mundial.
As conclusões do estudo referem-se ao ano de 2010, e resulta de uma avaliação da AON em conjunto com diversas entidades, como universidades, agências de 'rating', seguradoras e bancos de investimento.
O mesmo estudo conclui que "para promover o crescimento, a competitividade, a coesão e a robustez da economia portuguesa é fundamental que a execução orçamental em 2011 seja eficiente de forma a que se criem novas plataformas e estruturas que tornem o país um alvo de interesse por parte dos investidores estrangeiros, e dos grandes grupos privados".
A Aon mediu o risco político de 211 países e territórios, baseado em inúmeros indicadores, designadamente impossibilidade de conversão de moeda e transferência de dinheiro, greves, motins e comoção civil, guerra, guerra civil, não pagamento da dívida soberana, interferência política, quebra na cadeia de abastecimentos e riscos legais e regulatórios.
O Mapa de Risco Político da Aon avalia os países numa escala de seis pontos, que compreende um intervalo que vai de risco reduzido a risco muito elevado. Uma redução nos indicadores significa que a severidade do risco cresceu, enquanto que o seu aumento representa um risco menos grave.
As confederações patronais contam hoje
com interlocutores mais favoráveis do que nunca às propostas que têm vindo a defender. Questões como a redução das indemnizações para todos os trabalhadores - e não apenas para os
futuros contratados - ou as mais diversas formas de flexibilização da legislação laboral voltarão a estar, assim, em cima da mesa.A Confederação do Comércio elege como prioritária a redução dos custos de reestruturação, defendendo, por isso, que a redução das indemnizações - de 30 para 20 ou 22 dias de salário por cada ano trabalhado - seja imediatamente aplicada a todos os trabalhadores.
Também a Confederação Empresarial (CIP), que inicialmente tinha colocado reservas aos custos que esta opção poderia implicar, explica agora qual o cenário ideal. “É preferível que seja extensível [a todos os trabalhadores], desde que não implique o fundo para despedimentos”, afirma António Saraiva, da CIP.
A negociação individual de horários mais flexíveis ou o alargamento do regime de contratos a prazo também estão entre as preocupações das confederações patronais. Que não deixarão de apoiar a liberalização dos despedimentos individuais, caso o FMI e a Comissão Europeia queiram concretizar o que sempre defenderam. “Vamos ver o que dizem. Se quiserem ir mais para a frente, estamos de acordo”, afirma Vieira Lopes, que admite as vantagens da regulamentação do conceito de “justa causa” do despedimento.
Os patrões estão contra a subida do salário mínimo e o Turismo vai mais longe, defendendo mesmo que a legislação permita cortes salariais idênticos aos que foram feitos na Função Pública. A CIP prefere falar de medidas que facilitem um “ajustamento salarial”, mas esta questão é vista com cautela pela Confederação do Comércio, que teme os efeitos na procura.
Na política fiscal, o Turismo opõe-se à subida do IVA, enquanto o Comércio admite negociar uma solução que garanta, em contrapartida, uma descida da taxa social única.
O acesso ao crédito é outra das preocupações das organizações patronais, que sublinham a importância da existência de condições para o crescimento e o emprego. Neste ponto, a CIP defende que o Sector Empresarial do Estado pague as suas dívidas, libertando o crédito para as empresas.
Troika muito “atenta” à revisão do subsídio de desemprego
A flexibilização dos despedimentos, o alargamento do período experimental ou a revisão do subsídio de desemprego foram algumas das questões que motivaram ontem algum debate entre as estruturas sindicais e os representantes da Comissão Europeia, do FMI e do Banco Central Europeu. “Há áreas de maior atenção. Estão particularmente atentos à questão do subsídio de desemprego”, afirmou João Proença, no final da reunião.
A redução do valor, da duração ou dos critérios de acesso e manutenção do subsídio estão entre as hipóteses que têm sido levantadas. Num artigo recentemente publicado pelo FMI - que não vincula a instituição - os autores defendem que o subsídio de desemprego deve ser generoso no início, mas não tanto no fim do período.
Arménio Carlos, da CGTP, explica que os técnicos das instituições internacionais sinalizaram a intenção de alterar o Código do Trabalho. A reforma laboral foi um dos três pilares definidos pela “troika” como centrais no pacote de contrapartidas à ajuda externa.
As propostas deverão ficar fechadas até ao final da próxima semana, afirmou o líder da UGT.
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